Celso Sabino se filia ao PDT para disputar Senado pelo Pará

Ex-ministro do Turismo de Lula e deputado federal estava sem partido desde dezembro, quando foi expulso do União Brasil

atualizado

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1 de 1 celso-sabino-pdt - Foto: Reprodução/ Redes Sociais

O deputado federal e ex-ministro do Turismo do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Celso Sabino, se filiou neste sábado (4/4) ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) durante um evento Belém (PA). Na ocisião, ele anunciou que é pré-candidato ao Senado pela nova sigla.

“Depois de um período de muita reflexão e diálogo, buscando um partido que nos desse liberdade para trabalhar e que estivesse alinhado com o nosso compromisso de defender o Pará, tomamos essa decisão com muita convicção e esperança no futuro do estado”, disse Sabino nas redes sociais após assinar a filiação. A cerimônia reuniu apoiadores, lideranças políticas e aliados.

“Escolhemos um caminho que fortalece ainda mais a nossa missão de seguir trabalhando pelas pessoas, levando desenvolvimento, oportunidades e qualidade de vida para o nosso estado”, completou o candidato a Casa Alta.

Nas redes sociais, o PDT deu boas-vindas a Sabino. “A defesa do trabalhismo, do desenvolvimento e de um Brasil mais justo ganha ainda mais força com a sua chegada. Seguimos juntos, com diálogo, compromisso e coragem para construir um Pará cada vez mais forte”, afirmou a legenda.

O ex-ministro tem aparecido em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto ao Senado pelo Pará. De acordo com o último levantamento do Paraná Pesquisas, divulgado em 23 de março, Sabino tem 28% de intenções de voto, enquanto o governador do estado, Helder Barbalho (MDB), lidera a corrida, com 49,4%. Em segundo lugar, o senador Zequinha Marinho (Podemos) aparece com 29,6%.

Expulsão do União Brasil

Celso Sabino estava sem partido desde o início de dezembro, quando foi expulso do União Brasil por descumprir a ordem da sigla de deixar a base do governo federal.

A decisão se deu meses após o então ministro desafiar Antonio Rueda, presidente do União, e decidir permanecer no governo, apesar de a sigla ter rompido com o Palácio do Planalto em meados de setembro.

Dias depois do anúncio do União, Celso Sabino chegou a dizer que estava de saída da chefia do Ministério do Turismo, mas que permaneceria a pedido de Lula para entregar a Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP30) realizada em Belém, berço político do ministro. Na sequência, o ministro voltou atrás e disse que iria permanecer no cargo. A decisão levou à abertura de ações disciplinares contra Sabino dentro do União Brasil, que alegou infidelidade partidária. Na época, ele já tinha planos de concorrer ao Senado.

Em acordo com lideranças do União Brasil, o presidente Lula decidiu demitir Sabino e colocar em seu lugar um nome indicado pelo partido. O escolhido foi Gustavo Feliciano, filho do deputado Damião Feliciano (União-PB). Ele teve o nome teve o nome avalizado por Rueda e pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que é próximo de Feliciano.

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