CE: fornecedora de oxigênio a hospitais alerta para falta do produto

A Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) afirma, no entanto, que tem "suporte garantido" na rede estadual

atualizado 07/03/2021 23:30

oxigênioFotos Hugo Barreto/Metrópoles

No interior do Ceará, uma empresa que fornece oxigênio medicinal para hospitais de vários municípios enviou alerta para a possível falta do produto nos próximos dias. Os fornecedores estariam com a sua capacidade de envase “totalmente comprometida”, informou a A&G. A Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) afirma, no entanto, que tem “suporte garantido” na rede estadual. As informações são do jornal O Povo.

Conforme a assessoria da pasta, foi estabelecido um planejamento de suprimento de oxigênio hospitalar e emitido um comunicado oficial para as empresas fornecedoras do insumos. “Garantindo o fornecimento de gás para todas as unidades da Rede Sesa, quer seja na região de Fortaleza ou nas outras quatro Regiões de Saúde do Ceará”, informou.

Na nota, a secretaria diz que provocou todos os gestores municipais não pertencentes à Rede Sesa a fazerem planejamento para garantir o abastecimento de suas unidades de saúde, “cujas responsabilidades estão relacionadas aos gestores ou ao próprio município”.

Além disso, a pasta frisou que o estado se dispõe a orientar sobre o planejamento em situações emergenciais, colaborar com empréstimos, transferências de pacientes e ajustes na condução terapêutica.

O suprimento tem como base de cálculo quantidade cinco vezes maior que a demanda máxima do pico da pandemia em 2020, considerando a manutenção do abastecimento por 90 dias.

A pasta afirma ainda que o estado “tem estrutura para dar suporte garantido em suas unidades de saúde, mesmo que haja aumento vultuosos da demanda do insumo”.

Veja nota na íntegra:

“Abastecimento de oxigênio na Rede Sesa

A Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) estabeleceu um planejamento de suprimento de oxigênio hospitalar e emitiu comunicado oficial para as empresas fornecedoras do insumos, garantindo o fornecimento de gás para todas as unidades da Rede Sesa, quer seja na Região de Fortaleza ou nas outras quatro Regiões de Saúde do Ceará. Este suporte tem como base de cálculo números cinco vezes maiores que a demanda máxima do pico de Covid-19 do ano passado, considerando a manutenção do abastecimento por 90 dias.

A Sesa provocou todos os prefeitos cearenses, secretários municipais e gestores de hospitais não pertencentes à Rede Sesa a fazerem o mesmo planejamento, como forma de garantir o abastecimento de suas unidades de saúde, cujas responsabilidades estão relacionadas aos gestores ou ao próprio município.

Desta forma, o Estado se dispõe não só a orientar sobre o planejamento ou em situações emergenciais, como tem feito até o dia de hoje, assim como colaborar com empréstimos, transferências de pacientes e ajustes na condução terapêutica para garantir o completo e adequado tratamento de toda a população cearense.

É necessário lembrar que a grande maioria da população precisa atentar para este momento de crise, quer seja o gestor, o município ou o cidadão, no sentido de obedecer às medidas de restrição de deslocamento e, principalmente, aderindo aos protocolos sanitários. Precisamos reduzir o número de pessoas adoecidas nas unidades para que o consumo de oxigênio hospitalar e de medicamentos não aumente em demasiado.

O Governo do Ceará fez tudo com planejamento e tem estrutura para dar suporte garantido em suas unidades de saúde, mesmo que haja aumento vultuoso da demanda do insumo.

Em nota, a pasta afirma que o Estado “tem estrutura para dar suporte garantido em suas unidades de saúde, mesmo que haja aumento vultuosos da demanda do insumo”.

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