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Brasil

Caso Marielle: Rivaldo Barbosa virou chefe da PCRJ na véspera do crime

Rivaldo Barbosa é um dos três presos pela PF neste domingo por envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco

Nathália Cardim24/03/2024 09:13, atualizado 24/03/2024 10:03
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Fernando Frazão/Agência Brasil
Rivaldo Barbosa, ex chefe da Policia Civil do Rio de Janeiro - PCRJ

O ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) Rivaldo Barbosa, preso na manhã deste domingo (24/3) sob a suspeita de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, assumiu a chefia da corporação em 13 de março de 2018, véspera das execuções.

A suspeita é que Rivaldo Barbosa teria combinado com Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), antes do crime, que garantiria a impunidade.

Além do delegado, a Polícia Federal e o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) prenderam Domingos Brazão e o irmão dele, o deputado federal Chiquinho Brazão (União-RJ).

Veja os presos na operação deste domingo (24/3):

Caso Marielle: Rivaldo Barbosa virou chefe da PCRJ na véspera do crime - destaque galeria
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PF aponta que delegado arquitetou assassinato de Marielle
Domingos Brazão
Ex-chefe da PCRJ, Rivaldo Barbosa se dizia "amigo" de Marielle
O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão
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O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão

Tércio Teixeira/Flickr Domingos Brazão
PF aponta que delegado arquitetou assassinato de Marielle
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PF aponta que delegado arquitetou assassinato de Marielle

Fernando Frazão/Agência Brasil
Domingos Brazão
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Domingos Brazão

Portal da Câmara
Ex-chefe da PCRJ, Rivaldo Barbosa se dizia "amigo" de Marielle
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Ex-chefe da PCRJ, Rivaldo Barbosa se dizia "amigo" de Marielle

Fernando Frazão/Agência Brasil

Prisões

Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), todos na cidade do Rio de Janeiro.

A ação conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro e da Secretaria Nacional de Políticas Penais, do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Também são apurados os crimes de organização criminosa e obstrução de justiça.

Conforme prevê o artigo 797 do Código Penal, “os mandados de natureza criminal podem ser cumpridos em qualquer horário, inclusive aos domingos e dias feriados”.

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