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Caso Marielle e Anderson: STF mantém júri popular para Ronnie Lessa

Lessa está preso preventivamente. Defesa pediu que Lessa não fosse levado a júri popular, mas STF negou

atualizado

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Foto colorida de Ronnie Lessa
1 de 1 Foto colorida de Ronnie Lessa - Foto: Reprodução

A rejeição do recurso do policial reformado Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes em 2018, foi mantida em unanimidade pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa de Lessa pedia para que o acusado não fosse levado a júri popular. 

Lessa está preso preventivamente. Em 2020, foi sentenciado que ele fosse a julgamento no Tribunal do Júri. Os advogados do réu, então, pediram recurso argumentando “não haver nos autos informação de qual teria sido o motivo do crime”. O recurso foi rejeitado, inicialmente, pela ministra Rosa Weber.

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Lessa foi preso um ano após o crime, junto ao ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, acusado de dirigir o carro que perseguiu a política após ela sair de um evento na Lapa, região central do Rio de Janeiro.

Ronnie Lessa e Élcio Queiroz respondem por duplo homicídio triplamente qualificado – por motivo torpe, mediante emboscada e impossibilidade de defesa das vítimas.

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