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Caso Henry: versões de Jairinho e Monique divergem em depoimento

Jairinho diz que tomou um remédio para dormir e foi acordado pela mãe do menino para socorrê-lo; Monique afirma que foi Jairo quem a acordou

Giulia Ventura13/06/2022 19:07, atualizado 13/06/2022 19:43
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Aline Massuca/Metrópoles
Monique e Jairinho

Rio de Janeiro – O vereador cassado Jairinho, interrogado nesta segunda-feira (13/6) no II Tribunal do Júri, apresentou versões divergentes das postas por Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, em depoimento em 9 de fevereiro. Os dois são acusados pela morte da criança, aos 4 anos.

De acordo com o depoente, na noite em que Henry morreu, em 8 de março de 2021, ele foi acordado por Monique para ajudar a socorrer a criança.

Segundo o ex-parlamentar, ele havia tomado um remédio para dormir – medicamento este que teria sido prescrito por uma psiquiatra devido à síndrome do pânico que surgiu após um infarto sofrido pelo seu pai, em 2005.

No entanto, essa versão é contrária à da professora, que informou ter sido acordada por Jairinho e informada que o menino tinha caído da cama em outro quarto do apartamento.

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Jairinho depõe no TJRJ. Ele é réu, acusado de ter matado o menino Henry Borel
Advogado de defesa, Cláudio Dalledone, abraça Dr. Jairinho durante depoimento sobre a morte do menino Henry Borel no Rio de Janeiro
Talita Santos, irmã do Dr Jairinho, e advogados.
Dr. Jairinho participou remotamente de dentro do presídio.
Caso Henry: versões de Jairinho e Monique divergem em depoimento - imagem 6
Jairinho depõe no TJRJ. Ele é réu, acusado de ter matado o menino Henry Borel
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Jairinho depõe no TJRJ. Ele é réu, acusado de ter matado o menino Henry Borel

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Jairinho depõe no TJRJ. Ele é réu, acusado de ter matado o menino Henry Borel
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Jairinho depõe no TJRJ. Ele é réu, acusado de ter matado o menino Henry Borel

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Advogado de defesa, Cláudio Dalledone, abraça Dr. Jairinho durante depoimento sobre a morte do menino Henry Borel no Rio de Janeiro
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Advogado de defesa, Cláudio Dalledone, abraça Dr. Jairinho durante depoimento sobre a morte do menino Henry Borel no Rio de Janeiro

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Talita Santos, irmã do Dr Jairinho, e advogados.
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Talita Santos, irmã do Dr Jairinho, e advogados.

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Dr. Jairinho participou remotamente de dentro do presídio.
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Dr. Jairinho participou remotamente de dentro do presídio.

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Flavia Froes advogada  do Dr Jairinho, passa batom, durante no TJ durante depoimento sobre a morte do menino Henry Borel no Rio de Janeiro 8
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Flavia Froes advogada do Dr Jairinho, passa batom, durante no TJ durante depoimento sobre a morte do menino Henry Borel no Rio de Janeiro 8

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Jairinho foi interrogado no dia 13 de junho, no TJRJ
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Jairinho foi interrogado no dia 13 de junho, no TJRJ

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Em depoimento, Monique afirmou que, ao chegar ao quarto em que seu filho se encontrava, o menino “estava gelado e olhando para o nada”.

“Sinceramente, acho que três pessoas sabem o que aconteceu, meu filho, Deus e o Jairinho. Porque quem me acordou foi ele. Se aconteceu alguma coisa, foi ele. Nós vamos comprovar que eu estava dormindo e quem estava acordado era ele”, disse a professora na época.

Ao longo do depoimento nesta segunda-feira, o ex-vereador reforçou diversas vezes que Henry não apresentava sinais de maus-tratos. “Esse negócio do Henry ser maltratado não é verdade, era justamente o contrário. Todo mundo sabe que ele nunca teve um roxo”, assegurou.

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