Cão Orelha: mãe de adolescente suspeito nega ocultação de provas
Investigadores apontam intervenção de familiares no dia em que o jovem retornou a Florianópolis de uma viagem ao exterior

A mãe do adolescente apontado pela Polícia Civil como responsável pela morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis, negou ter tentado ocultar provas durante a investigação, em entrevista exclusiva ao Fantástico, divulgada neste domingo (9/2).

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles
Frequência de envio: Diário
Ver todasEla se refere a um episódio ocorrido no aeroporto, quando o adolescente voltava de uma viagem aos Estados Unidos, cerca de 25 dias depois da agressão. O cão comunitário foi agredido no dia 4 de janeiro e morreu no dia seguinte.
A polícia diz que o jovem de 15 anos teria espancado o animal durante a madrugada. O relatório do inquérito foi encaminhado ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que ainda avalia se pedirá novas diligências.
A suspeita de uma tentativa de ocultação por parte da mãe surgiu após uma abordagem feita no aeroporto, quando o jovem voltava de uma viagem no exterior. Segundo os investigadores, familiares teriam tentado esconder um boné e um moletom que o jovem usava no dia do crime.
Confira a reportagem completa no NSC Total, parceiro do Metrópoles.


