Cão Orelha: filmagens apontaram contradições na versão de adolescente
Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) conclui que adolescentes participaram da morte do cão Orelha em Florianópolis

A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) concluiu, nesta terça-feira (3/2), a investigação sobre a morte do cão Orelha. O inquérito apontou que o crime ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis, teve envolvimento de adolescentes. Um deles será internado.
Durante depoimentos, o adolescente responsável pela morte de Orelha caiu em contradição. Além da internação de um dos jovens responsáveis pelo crime, a PCSC indiciou três adultos por coação a testemunha.
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Análise de filmagens mostrou que às 5h25 da manhã o adolescente saiu do condomínio na Praia Brava. Às 5h58 da manhã, ele retornou para o condomínio com uma amiga. Essas imagens, segundo a polícia, foram essenciais para apontar contradição do jovem, que disse não ter saído do condomínio. Ele declarou que havia ficado na área da piscina.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesAlém das imagens, testemunhas e outras provas também comprovaram que ele esteva fora do condomínio.
Por envolver menores de idade, o processo tramita em segredo de Justiça, segundo informou o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).
Ao todo, a Polícia Civil ouviu 24 testemunhas e investigou oito adolescentes. Entre as provas reunidas estão roupas usadas pelo autor no dia do crime, identificadas em imagens de câmeras de segurança.
Para identificar o responsável pelas agressões que levaram à morte de Orelha, os investigadores analisaram mais de 1 mil horas de gravações de 14 equipamentos instalados na região. Um software francês, utilizado pela corporação, também ajudou a confirmar a localização do adolescente no momento do ataque.












