Candidato a governador do RJ em 2022 não precisa ser do PT, diz Gleisi

Presidente nacional do PT realiza uma série de reuniões, ao lado do ex-presidente Lula e de Fernando Haddad, com parlamentares do Rio

atualizado

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Gleisi Hoffmann
1 de 1 Gleisi Hoffmann - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) disse, no início da noite desta terça-feira (4/5), que a sigla está aberta para apoiar um candidato para governador do Rio de Janeiro, em 2022, que não seja do partido.

“Não é necessário [que o candidato do Rio em 2022 seja do PT]”, disse, ao ser questionada pelo Metrópoles. “O PT está disposto a fazer uma frente ampla, portanto, não pode chegar impondo um candidato”, prosseguiu a parlamentar.

Gleisi, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro da Educação e ex-presidenciável pelo partido Fernando Haddad (PT) se reúnem, desde segunda-feira (3/5), com parlamentares, em Brasília, para costurar uma frente ampla democrática para 2022.

Um dos nomes mais fortes para ser o candidato dessa frente ampla no Rio de Janeiro – reduto eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) – é o deputado federal Marcelo Freixo (PSol-RJ), que se reuniu com Lula na segunda, e afirmou, após o encontro, querer caminhar junto com o PT em 2022.

Líder da oposição na Câmara, o deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ), também tratou do assunto com a alta cúpula do PT, nesta manhã.

“A situação do Rio nos preocupa muito, preocupa o presidente [Lula], preocupa o Partido dos Trabalhadores. O Rio está precisando de ajuda, [precisando] sair da crise que está. É um dos estados mais importantes do Brasil, e a gente vê lá quase que terra arrasada na política, na economia… e a questão das milícias”, disse Gleisi.

“Eu acho que tem que fazer uma frente com gente que quer realmente salvar o Rio de Janeiro”, prosseguiu.

Nessa segunda-feira, Freixo destacou que a frente ampla democrática no estado não se limitará a partidos de esquerda.

“Derrotar o Bolsonaro não é um projeto à esquerda. Derrotar o Bolsonaro é um projeto civilizatório, um projeto democrático, um projeto da vida. Essa é uma responsabilidade que tem de ser de todo o campo progressista, o PT dentro dele, evidente, mas também de um campo democrático. Tem de ser amplo nesse debate, para tirar o Brasil desse atraso, desse retrocesso”, afirmou.

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