Brasil supera meta mínima de vacinação indicada pela OMS

Há, entretanto, 50 países que ainda não conseguiram o mesmo feito, a maioria localizada no continente africano

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Hugo Barreto/Metrópoles
Adolescentes de camisa azul segurando cartão de vacina em frente a cartaz de posto de vacinação
1 de 1 Adolescentes de camisa azul segurando cartão de vacina em frente a cartaz de posto de vacinação - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Com 43,39% da população total imunizada, o Brasil conseguiu alcançar a meta mínima de vacinação indicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a agência especializada em saúde, o ideal seria que as nações imunizassem ao menos 10% de suas populações até o fim de setembro deste ano.

Há, entretanto, 50 países que ainda não conseguiram o mesmo feito, a maioria localizada no continente africano. Por lá, apenas 15 dos 54 países alcançaram a meta de 10%.

Países como Iêmen, Síria, Iraque, Afeganistão, Mianmar e Haiti ainda não avançaram na completa imunização dos seus habitantes. Já Burundi e Eritreia, países africanos, a vacinação ainda não começou.

Saiba mais sobre a Covid longa, ou persistente:

Brasil supera meta mínima de vacinação indicada pela OMS - destaque galeria
8 imagens
Os sintomas pós-Covid são mais raros em crianças e adolescentes, de acordo com a King's College London, no Reino Unido
As sequelas mais comuns são perda de massa muscular, cansaço físico e emocional, fraqueza muscular, falta de ar, alterações de paladar e olfato e problemas circulatórios
Outros sinais menos frequentes são fibrose pulmonar, arritmias, insuficiência cardíaca e doenças renais
Os sintomas podem durar até um ano após o fim da infecção pelo coronavírus, e são mais comuns em quem teve quadro grave da doença
Os cientistas ainda não sabem por que a Covid longa, ou persistente, acontece. Uma das teorias é que o coronavírus ativa o vírus Epstein-Barr, responsável pela mononucleose ("doença do beijo")
Cerca de 73% dos pacientes que tiveram Covid-19 apresentam sintomas nos meses seguintes à infecção, segundo a Universidade de Stanford, nos Estados Unidos
1 de 8

Cerca de 73% dos pacientes que tiveram Covid-19 apresentam sintomas nos meses seguintes à infecção, segundo a Universidade de Stanford, nos Estados Unidos

CDC/Unsplash
Os sintomas pós-Covid são mais raros em crianças e adolescentes, de acordo com a King's College London, no Reino Unido
2 de 8

Os sintomas pós-Covid são mais raros em crianças e adolescentes, de acordo com a King's College London, no Reino Unido

Arte: Freepik, Marcos Garcia/Metrópoles
As sequelas mais comuns são perda de massa muscular, cansaço físico e emocional, fraqueza muscular, falta de ar, alterações de paladar e olfato e problemas circulatórios
3 de 8

As sequelas mais comuns são perda de massa muscular, cansaço físico e emocional, fraqueza muscular, falta de ar, alterações de paladar e olfato e problemas circulatórios

Hugo Barreto/Metrópoles
Outros sinais menos frequentes são fibrose pulmonar, arritmias, insuficiência cardíaca e doenças renais
4 de 8

Outros sinais menos frequentes são fibrose pulmonar, arritmias, insuficiência cardíaca e doenças renais

Getty Images
Os sintomas podem durar até um ano após o fim da infecção pelo coronavírus, e são mais comuns em quem teve quadro grave da doença
5 de 8

Os sintomas podem durar até um ano após o fim da infecção pelo coronavírus, e são mais comuns em quem teve quadro grave da doença

Andre Lucas/Getty Images
Os cientistas ainda não sabem por que a Covid longa, ou persistente, acontece. Uma das teorias é que o coronavírus ativa o vírus Epstein-Barr, responsável pela mononucleose ("doença do beijo")
6 de 8

Os cientistas ainda não sabem por que a Covid longa, ou persistente, acontece. Uma das teorias é que o coronavírus ativa o vírus Epstein-Barr, responsável pela mononucleose ("doença do beijo")

GettyImages
Pessoas que continuem sentindo os sinais da doença meses depois da infecção devem procurar acompanhamento médico o quanto antes para investigar e tratar os sintomas
7 de 8

Pessoas que continuem sentindo os sinais da doença meses depois da infecção devem procurar acompanhamento médico o quanto antes para investigar e tratar os sintomas

iStock
O vírus é muito comum, e pode ser reativado em momentos de estresse, desencadeando sintomas semelhantes aos vistos em pacientes com Covid persistente
8 de 8

O vírus é muito comum, e pode ser reativado em momentos de estresse, desencadeando sintomas semelhantes aos vistos em pacientes com Covid persistente

Getty Images
Brasil

O Brasil registrou uma marca importante na vacinação contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, nesta sexta-feira (1º/10). Após 257 dias, o país distribuiu 300 milhões de doses do imunizante.

A marca, segundo o Ministério da Saúde, faz a campanha para controle da Covid-19 ser a maior ação de imunização da história, à frente de doenças como sarampo e poliomielite, por exemplo. A pasta calcula que 55% da população adulta já está vacinada com a segunda dose.

“Estamos avançando cada vez mais para a imunização completa da população. Somos o quarto país que mais aplica doses de vacina no mundo”, comemora a pasta, em nota.

Desde o início da campanha de vacinação, em 17 de janeiro, as secretarias estaduais de Saúde aplicaram 237,4 milhões de vacinas, entre primeira, segunda e dose única.

Até essa quinta-feira (30/9), o Brasil havia registrado 21,4 milhões de casos de Covid-19, e 597 mil mortes em decorrência da doença.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações