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Brasil

Bolsonaro sofreu crise de soluços por 36 horas seguidas, diz relatório

Bolsonaro segue em acompanhamento médico domiciliar. Segundo a equipe médica, ele vinha apresentando quadro estável nas últimas semanas

17/07/2026 16:08, atualizado 17/07/2026 17:05
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Imagem colorida do ex-presidente Jair Bolsonaro concedendo entrevista ao Metrópoles - Metrópoles

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou por uma crise de soluços que durou cerca de 36 horas consecutivas, segundo relatório médico divulgado nesta sexta-feira (17/7).

O documento, assinado pelo Dr. Brasil Ramos Caiado, informa que o episódio ocorreu na terça-feira (14/7). O relatório aponta ainda que a crise exigiu a administração de doses extras das medicações utilizadas no tratamento de Bolsonaro, com resposta considerada satisfatória pela equipe responsável pelo acompanhamento.

No dia 3 de julho, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente. Ele também está proibido de usar as redes sociais, inclusive por meio de terceiros, e visitas são autorizadas somente pelo STF.


O que diz o relatório

  • Segundo o documento, a crise de soluço, chamada pelos médicos de singulto, começou há três dias e durou cerca de um dia e meio sem parar.
  • Por causa da intensidade e da duração, foi preciso intensificar a medicação, e o tratamento conseguiu controlar os sintomas.
  • Os médicos afirmam ainda que, no momento, o estado geral do ex-presidente é estável.
  • Mas reforçam que ele ainda precisa de acompanhamento por causa dos efeitos dos remédios e da reabilitação em curso.

Efeitos colaterais

Apesar da melhora após o ajuste nos remédios, o documento aponta que ele ainda sente efeitos colaterais dos medicamentos de ação central.

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Entre os sintomas que continuam, estão sonolência e falta de equilíbrio. Por isso, de acordo com os médicos, o risco de quedas é maior e exige cuidados extras durante a recuperação.

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Ainda conforme a equipe médica, Bolsonaro está estável nos aspectos hemodinâmico, respiratório e cardiológico.

O tratamento inclui dieta rigorosa, sessões de fisioterapia, exercícios regulares e medidas para evitar quedas e controlar o refluxo. O relatório informa também que os outros remédios de uso contínuo seguem sem mudanças.

Bolsonaro continua sendo monitorado em casa pela equipe médica.

Bolsonaro sofreu crise de soluços por 36 horas seguidas, diz relatório