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Brasil

Bolsonaro pede a Moraes para receber visitas de Valdemar e Sóstenes

Os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro pediram ao ministro Alexandre de Moraes para que o cliente receba uma série de visitas

02/10/2025 13:35, atualizado 02/10/2025 20:17
FOTO: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
imagem colorida de jair bolsonaro, durante almoço em churrascaria, ao lado de valdemar costa neto e demais lideranças do PL, em brasília

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorização para receber uma série de visitas. Entre elas a do líder da oposição na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), e do presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

Os requerimentos foram apresentados nesta quinta-feira (2/10). Bolsonaro também pediu a autorização para receber a visita de Gilson Machado Guimarães, vereador da Câmara Municipal do Recife, e do senador Márcio Miguel Bittar.

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A defesa de Bolsonaro vem reiterando a necessidade de visitas semanais de Valdemar a Bolsonaro. Os advogados dizem ser indispensável o contato com o presidente da sigla da qual Bolsonaro faz parte. No entanto, ainda não houve autorização para essa liberação prévia.

Bolsonaro está preso desde 4 de agosto por desobedecer decisão do ministro Alexandre de Moraes em ação que apura coação por parte de um dos filhos de Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Em setembro, em outra ação, o ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por envolvimento na trama golpista.

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Crise de soluço

Em 29 de setembro, a família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chamou o médico Cláudio Birolini para atendê-lo em casa, no Jardim Botânico, em Brasília (DF), após ele apresentar uma piora na saúde.

Por meio das redes sociais, o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) explicou que o ex-presidente teve uma crise de soluço, acompanhada de quatro episódios de vômito, que ele mesmo descreveu como os mais fortes até agora.

Carlos relatou, na ocasião, que a família pensava em levá-lo novamente ao hospital, mas não foi necessário.