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Brasil

Bolsa abre acima de 206 mil pontos, em queda após recorde histórico na 6ª

Na última sexta-feira (9/10), a bolsa de valores encerrou o pregão com, 209.066,90 pontos, subindo 1,38%. O índice foi o maior da história

13/10/2026 10:21, atualizado 13/10/2026 17:09
Cris Faga/NurPhoto via Getty Images
Imagem colorida painel com cotações bolsa de valores - Metrópoles

O Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), iniciou o pregão desta terça-feira (13/10) em queda. Às 10h12, o índice marcava 206.633,37 pontos, com variação negativa de 1,16%.

Na sexta-feira (9/10), a bolsa de valores encerrou o pregão com, 209.066,90 pontos, subindo 1,38% e batendo recorde histórico de fechamento.

O movimento do mercado ocorre em meio a uma queda do petróleo após as tensões entre Rússia e Ucrânia se elevarem no fim de semana e os preços do produto dispararem.

Outro ponto de destaque para os mercados nesta segunda é o relatório Perspectiva Econômica Mundial (WEO, na sigla em inglês), lançado nessa terça pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

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O documento do FMI revisou para baixo as expectativas para a economia brasileira e passou a projetar crescimento de 2,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026. A estimativa anterior era de 2,4%. Para 2027, o FMI prevê uma desaceleração da economia em relação a 2026, com o PIB avançando 1,9%, um recuo de 0,3 ponto percentual (p.p.).

Ao apresentar a projeção de desaceleração do crescimento do PIB brasileiro de 2026 para 2027, o FMI relaciona a condição à elevada taxa de juros, entre outros pontos. A taxa básica de juros da economia, a Selic, está em 13,75%.

“(Condição) refletindo condições monetárias ainda restritivas voltadas para o retorno da inflação à meta, a retirada do suporte da política fiscal e a incerteza global”, diz trecho do relatório.

Por outro lado, no cenário internacional, o FMI adotou um tom mais otimista. A previsão para o crescimento da economia global em 2026 foi elevada de 3% para 3,1%. Para 2027, a projeção variou de 3,2% para 3,4%.

Dólar e petróleo

O dólar comercial abriu esta terça operando em alta no mercado à vista, em relação ao fechamento da sexta. Às 9h50, a moeda norte-americana estava cotada a R$ 5,02, com variação positiva de 0,70%.

O barril do petróleo tipo brent, referência no mercado internacional, era negociado a US$ 104,89 às 9h52, com queda de 1,65% em 24 horas.

O recuo acontece após a Ucrânia anunciar, nesta terça, a suspensão de ataques a refinarias de petróleo da Rússia.

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O preço do petróleo disparou nessa segunda e atingiu patamares acima de US$ 106 por barril após o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmar desconhecer acordo de cessar fogo energético com a Rússia. As tensões na região se elevaram com ataques ucranianos a refinarias russas.

O dólar comercial fechou esta sexta operando em queda no mercado à vista, em relação ao fechamento da última quinta.

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