Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Bicheiro Rogério Andrade é alvo de operação e tem R$ 40 mi bloqueados

Operação da polícia contra lavagem de dinheiro do jogo do bicho teve como alvo Rogério Andrade e familiares dele. Carros foram apreendidos

10/02/2023 12:19
Reprodução/TV Globo
Rogério Andrade

O contraventor Rogério Andrade e familiares dele foram alvos de mais uma operação policial na manhã desta sexta-feira (20/1).

A operação é do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e da Polícia Civil, visando o combate ao crime de lavagem de dinheiro.

Bicheiro Rogério Andrade é alvo de operação e tem R$ 40 mi bloqueados - destaque galeria
3 imagens
Polícia apreendeu carros em operação contra Rogério Andrade e familiares
Carros de luxo foram apreendidos em operação contra Rogério Andrade
Moto aquáticas apreendidas em operação contra jogo do bicho no Rio de Janeiro
1 de 3

Moto aquáticas apreendidas em operação contra jogo do bicho no Rio de Janeiro

Reprodução/MPRJ
Polícia apreendeu carros em operação contra Rogério Andrade e familiares
2 de 3

Polícia apreendeu carros em operação contra Rogério Andrade e familiares

Reprodução/MPRJ
Carros de luxo foram apreendidos em operação contra Rogério Andrade
3 de 3

Carros de luxo foram apreendidos em operação contra Rogério Andrade

Reprodução/MPRJ

Durante as investigações, o judiciário determinou o bloqueio de R$ 40 milhões das contas dos investigados.

Além de Andrade, também são alvos da operação o filho e irmão do bicheiro, Gustavo e Renato, respectivamente.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

São cumpridos 25 mandados de busca e apreensão. Entre os itens apreendidos estão seis carros, embarcações e motos aquáticas.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Histórico

Em 2022, Rogério Andrade chegou a ficar preso por quatro meses. Ele é suspeito de chefiar organização criminosa que domina territórios através do jogo do bicho e, para isso, comete corrupção ativa, homicídio, lavagem de dinheiro, extorsão e ameaça.

Entre os integrantes da organização, segundo a polícia, estava o ex-PM Ronnie Lessa, acusado de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco.