“Barbie do crime” é presa por suspeita de aplicar golpes na internet

A modelo Bruna Cristine Menezes de Castro, conhecida como “Barbie do crime”, foi presa na última sexta-feira (30/1)

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A modelo goiana Bruna Cristine Menezes de Castro, de 36 anos, conhecida como “Barbie do crime”, foi presa na última sexta-feira (30/1), em Goiânia, suspeita de aplicar golpes pela internet.

Segundo a polícia, os crimes envolvem a falsa comercialização de produtos importados, principalmente aparelhos celulares, que eram anunciados em redes sociais, mas não entregues aos compradores.

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Mesmo em liberdade, a "Barbie do crime" continuará respondendo ao processo
Bruna é suspeita de falsa comercialização de produtos pela internet
A modelo Bruna Cristine Menezes de Castro, conhecida como “Barbie do crime”, foi denunciada pela primeira vez em 2015
Segundo a polícia, os crimes dos quais Bruna é suspeita envolvem a falsa comercialização de produtos importados
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Segundo a polícia, os crimes dos quais Bruna é suspeita envolvem a falsa comercialização de produtos importados

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A modelo Bruna Cristine Menezes de Castro, conhecida como “Barbie do crime”, foi denunciada pela primeira vez em 2015
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A modelo Bruna Cristine Menezes de Castro, conhecida como “Barbie do crime”, foi denunciada pela primeira vez em 2015

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A prisão ocorreu no Parque Atheneu e foi realizada por policiais do 31º Batalhão da Polícia Militar (31º BPM). De acordo com a corporação, a investigada tem passagens por estelionato e uso de documento falso.

O Metrópoles não conseguiu localizar a defesa de Bruna Cristine para comentar o caso. O espaço segue aberto para manifestações.

“Barbie do crime” já foi presa antes

Esta não é a primeira vez que Bruna enfrenta problemas com a Justiça. Em 2015, ela foi condenada por estelionato após vender celulares pela internet e não entregar os produtos a pelo menos duas vítimas em Goiás.

Na época, a pena inicial foi de 1 ano e 9 meses de prisão, mas acabou sendo substituída por prestação de serviços comunitários e o pagamento de multa equivalente a 10 salários mínimos.

Contra ela, também há denúncias de crimes semelhantes em outros estados, como Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Em 2021, ela voltou a ser presa depois de se apresentar voluntariamente à Polícia Civil. A detenção foi determinada pela Justiça devido ao descumprimento de pena alternativa e a faltas injustificadas em audiências ligadas a crimes cometidos no ambiente virtual.

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