Azarado? Homem pisa em cobra venenosa após levar mordida de cavalo

Muito pelo contrário: sorte. O produtor rural Heitor Luiz Medeiros Neto matou a jararaca sem querer, ao reagir a mordida do cavalo Simba

atualizado 30/10/2021 14:38

Heitor MendesArquivo Pessoal/Heitor Mendes

Uma série de acontecimentos, em uma fazenda do Mato Grosso do Sul na última quarta-feira (27/10), chamou a atenção para o azar (ou seria sorte?) do produtor rural e músico Heitor Luiz Medeiros Neto, de 34 anos. Ele estava no curral da sua propriedade e foi mordido por um cavalo, na altura da costela. Como reação, o homem pulou do local e acabou pisando em cima de uma jararaca, matando o animal, que estava prestes a lhe picar.

O homem contou, em entrevista ao G1, sobre o acontecimento e a relação de amizade que tem com o cavalo Simba. “Eu penso que é como se fosse um cachorro, só que maior. Eles também estranham pessoas diferentes e já conhecem a nossa voz e o nosso cheiro. E ele ficou agitado, fui mexer na cela dele e, quando vi, levei uma mordida na costela”.

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Por conta da dor sentida com a mordida, Heitor pulou da plataforma elevada em que estava no curral e saiu andando. Porém, neste salto, ele caiu em cima de uma cobra e acabou matando o animal venenoso que estava nas proximidades.

“Eu nem vi quando aconteceu. Pulei e saí andando. Foi só um tempo depois que a encontrei, com o pisão que eu dei e aí ela já estava morta. Foi azar dela e sorte minha. Não queria ter matado o animal, mas, se tivesse sido em qualquer outra parte ela teria me ofendido, me picado, como a minha avó dizia. E aí seria bem complicado, principalmente porque estava sozinho naquele instante”, avaliou.

A história repercutiu após o homem publicar sobre o ocorrido nas redes sociais. Nos comentários, os amigos disseram que “o cavalo estava tentando avisá-lo da cobra”, “que foi um livramento” e “que ele deve se benzer”.

Heitor contou a história para o pai, que já levou duas mordidas de cavalo e foi avisado que a dor persistiria por muito tempo, mas pelo menos ele teria “história para contar”.

 

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