Ataque em Paracatu. Veja quem são as vítimas do atirador

Homem assassinou a ex-namorada com golpe de canivete. Em seguida, atirou contra três fiéis em uma igreja evangélica da cidade mineira

Andre Borges/Esp. MetrópolesAndre Borges/Esp. Metrópoles

atualizado 22/05/2019 15:39

Quatro pessoas foram mortas na noite dessa segunda-feira (21/05/2019) no município de Paracatu, em Minas Gerais (MG). Um homem, identificado como Rudson Aragão Guimarães, de 39 anos, assassinou a ex-namorada com golpe de canivete e, em seguida, atirou contra três fiéis em uma igreja evangélica da cidade. Após o crime, o suspeito foi baleado pela Polícia Militar e passou por cirurgia.

De acordo com o major da PM Flávio Santiago, Rudson foi até a casa da mãe dele, onde estava a ex-namorada, identificada como Heloísa Vieira Andrade, 59 anos. No local, deu uma facada no pescoço da ex-companheira, que não resistiu aos ferimentos.

Em seguida, disse o PM, o criminoso foi até a Igreja Batista Shalom, no bairro Bela Vista, onde ocorria uma reunião fechada com aproximadamente 20 pessoas. No templo religioso, ele matou três pessoas. A intenção do homem era tirar a vida do pastor, que, segundo a polícia, seria o atual marido da ex-namorada de Rudson.

Veja quem são as vítimas do ataque:

– Heloísa Vieira de Andrade
Ela era ex-namorada do atirador e morreu ao ser golpeada com um canivete no pescoço. Heloísa trabalhava como coaching, dava treinamentos em empresas e palestras. A vítima estava na casa dos familiares de Rudson quando foi morta.

Rosângela Albernaz
Era fiel da Igreja Batista Shalom e proprietária de uma lanchonete que fica a um quarteirão do local. Segundo a Polícia Militar, a vítima, de 50 anos, tinha duas filhas e estava na reunião junto com o marido quando ocorreu o ataque.

Antônio Rama
Aposentado, Antônio morreu aos 67 anos. Membro da igreja e pai do pastor Evandro Rama, que celebrava o culto na hora do crime. Com base em informações da PM, o atirador entrou na Igreja Batista Shalom procurando pelo líder religioso e atirou contra o pai dele por vingança.

Marilene Marins de Melo Neves
Fiel da igreja, Marilene trabalhava como serviços gerais na Escola Municipal Coraci Meireles e auxiliava na cantina da Creche Domingas de Oliveira. Ela era casada, tinha filhos e um neto.

 

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