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Brasil

Após frio extremo, onda de calor toma conta de quase todo país

De acordo com o Climatempo, uma nova e forte massa de ar quente está favorecendo a elevação das temperaturas em áreas amplas do país

15/08/2024 08:10, atualizado 15/08/2024 08:11
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Observatório Imagem colorida de mulher se protegendo do sol com o guarda-chuva calor altas temperaturas calorão - Metrópoles

Depois de uma friaca, que derrubou as temperaturas em todo o país, com uma onda de frio intenso, o Brasil se prepara para o  retorno significativo do calor em amplas áreas. De acordo com o Climatempo, uma nova e forte massa de ar quente está se estabilizando na região central, favorecendo a elevação das temperaturas e criando um cenário de “gangorra” térmica em algumas regiões.

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A partir de sábado (17/8), o ar quente e seco vai ganhar força, com temperaturas mais altas. Porém, a onda de calor só começa oficialmente no domingo, 18 de agosto. Os dias mais quentes devem seguir, pelo menos, até a próxima quinta-feira (22/8).

Onda de calor

Conforme o Climatempo, a nova onda de calor tem características similares às que ocorreram no Brasil neste ano. Elas são impulsionadas pela formação de uma alta pressão em médios níveis da atmosfera, o que intensifica a circulação de ventos quentes do interior do país, deixando o tempo mais seco e com temperaturas elevadas.

A umidade relativa do ar, que está em níveis baixos, deve cair ainda mais nos próximos dias, aumentando o desconforto e os riscos à saúde.

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Impactos na saúde

Após a recente atuação de uma forte massa de ar frio, que estabeleceu recordes de baixas temperaturas no país, a chegada dessa massa de ar quente cria um contraste significativo. Essa mudança brusca pode desafiar a saúde dos brasileiros, especialmente nas áreas que experimentarão temperaturas entre 5ºC a 7 °C acima da média nos próximos dias.

Em outras áreas, a elevação será entre 2,5ºC a 3 °C acima da média. Tendo em vista que as temperaturas médias de agosto são mais elevadas em relação a julho, o que fará com que o calor seja sentido de forma mais intensa e desconfortável. O tempo seco, associado à baixa umidade relativa do ar, pode dificultar a respiração e exigir maior cuidado com a hidratação.