Após matar gerente, suspeito de estupro voltou para trabalhar em obra

Raimundo Nonato da Silva Pessoa foi indiciado por latrocínio e estupro de Susana Dias Batista, que foi encontrada morta em Itapetininga (SP)

atualizado

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Corpo de Susana Dias Batista, de 47 anos, foi encontrado por familiares em área de mata entre Alambari e Itapetininga, no interior de SP
1 de 1 Corpo de Susana Dias Batista, de 47 anos, foi encontrado por familiares em área de mata entre Alambari e Itapetininga, no interior de SP - Foto: Reprodução

São Paulo – Logo após roubar e assassinar a gerente Susana Dias Batista, de 47 anos, em uma área de mata em Itapetininga, no interior de São Paulo, o pedreiro Raimundo Nonato da Silva Pessoa voltou ao trabalho em uma obra de um condomínio.

Vídeos obtidos pela Polícia Civil mostram o momento em que a gerente foi abordada pelo pedreiro suspeito de tê-la estuprado e assassinado. As imagens também registraram o suspeito próximo ao local onde o carro que Susana usava foi abandonado e mais tarde o pedreiro entrando no condomínio.

Após matar gerente, suspeito de estupro voltou para trabalhar em obra - destaque galeria
6 imagens
Susana Dias Batista foi vista pela última vez usando a caminhonete da empresa que trabalhava; veículo foi encontrado abandonado
Susana Dias Batista, de 47 anos, estava desaparecida desde quarta-feira (17/11)
Susana era subgerente de uma loja de máquinas e ferramentas em Itapetininga
A morte de Susana é investigada por meio de inquérito policial instaurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itapetininga
Corpo de Susana Dias Batista, de 47 anos, foi encontrado por familiares
Corpo de Susana Dias Batista foi encontrado em uma área de mata entre Alambari e Itapetininga, no interior de SP
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Corpo de Susana Dias Batista foi encontrado em uma área de mata entre Alambari e Itapetininga, no interior de SP

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Susana Dias Batista foi vista pela última vez usando a caminhonete da empresa que trabalhava; veículo foi encontrado abandonado
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Susana Dias Batista foi vista pela última vez usando a caminhonete da empresa que trabalhava; veículo foi encontrado abandonado

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Susana Dias Batista, de 47 anos, estava desaparecida desde quarta-feira (17/11)
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Susana Dias Batista, de 47 anos, estava desaparecida desde quarta-feira (17/11)

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Susana era subgerente de uma loja de máquinas e ferramentas em Itapetininga
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Susana era subgerente de uma loja de máquinas e ferramentas em Itapetininga

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A morte de Susana é investigada por meio de inquérito policial instaurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itapetininga
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A morte de Susana é investigada por meio de inquérito policial instaurado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itapetininga

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Corpo de Susana Dias Batista, de 47 anos, foi encontrado por familiares
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Corpo de Susana Dias Batista, de 47 anos, foi encontrado por familiares

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Imagens de câmeras de segurança da cidade mostram que Raimundo Nonato da Silva Pessoa, de mochila, andava de modo cambaleante pouco antes de abordar a vítima e conseguir entrar no carro com ela. Assista:

https://youtu.be/43gI9d2aAy4

A polícia identificou que a mulher aparece atrás de uma placa que obstrui parte da área filmada. O carro da gerente foi abandonado quase uma hora depois da moça ter sido abordada pelo pedreiro.

Investigação e prisão

De acordo com a polícia, o pedreiro estuprou e matou a vítima a pedradas. O corpo foi achado em um local de mata entre as cidades de Alambari e Itapetininga, no interior de São Paulo.

“Ele alegou em depoimento que a intenção era roubar a vítima. Disse que ela reagiu e ele a matou a pedradas”, afirmou o delegado Aguinaldo Nogueira Martins, da Delegacia de Investigações Gerais de Itapetininga, responsável pelo caso.

Uma testemunha, mantida em sigilo, apontou que o pedreiro era o homem que tinha abordado a vítima. Policiais conseguiram um mandado de prisão temporária contra o homem na última sexta-feira (19/11), mas só o acharam no domingo (21/11), escondido na casa de um amigo.

Ele tentou fugir do local correndo, mas acabou detido. Foi indiciado pelos crimes de latrocínio e estupro qualificado.

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