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Eleições 2026Brasil

Após Lula citá-lo no JN, Moro ataca: "Transtornado. Rancoroso. Mentiroso"

Sergio Moro e Deltan Dallagnol se manifestaram após serem chamados de "mentirosos" pelo presidente durante entrevista

28/08/2026 08:32
Vinícius Schmidt/Metrópoles @vinicius.foto
Após Lula citá-lo no JN, Moro ataca: “Transtornado. Rancoroso. Mentiroso”

O candidato ao governo do Paraná Sergio Moro (PL) se manifestouapós ser chamado de “mentiroso” pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a sabatina presidencial ao Jornal Nacional, da TV Globo, nessa quinta-feira (27/8). Algoz no petista na operação Lava Jato, o ex-juiz reagiu: “Transtornado. Rancoroso. Mentiroso”.

Veja:

As declarações de Lula foram dadas durante a cabatina aos jornalistas César Tralli e Renata Vasconcellos. O petista afirmou que a imprensa brasileira “produziu um monstro chamado Moro, chamado Dallagnol” e que foi para a cadeia para provar que ambos são “mentirosos”.

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No X, Moro afirmou que a sabatina do presidente candidato à reeleição foi um “tapa na cara dos brasileiros e brasileiras que trabalham e são honestos”.

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O candidato ao Senado pelo Paraná Deltan Dallagnol (Novo) também se manifestou sobre os ataques de Lula e alegou que não irá pedir desculpas por “ter colocado o presidente na cadeia”. “Monstro é quem roubou o povo e depois tenta apagar os fatos. Eu passei a vida colocando bandido na cadeia”.

Prisão de Lula

O petista foi condenado pelo então juiz federal Sergio Moro por corrupção em 2017, e em abril de 2018, foi preso após ter a sentença do caso do triplex no Guarujá confirmada em segunda instância.

Em abril de 2021, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou as alegações da defesa, de que ele não deveria ter sido julgado pela Justiça Federal em Curitiba, e anulou as condenações e os processos em andamento.

Logo depois, o Supremo também concordou com a defesa de Lula sobre a suspeição de Sergio Moro, acusado de atuar politicamente contra o petista.

Entre os argumentos usados pelos advogados do presidente estão a decretação de uma condução coercitiva do então investigado em 4 de março de 2016, sem que ele tenha sido convocado a depor voluntariamente, e a divulgação do conteúdo de um grampo entre Lula e a então presidente Dilma, em março de 2016, ignorando o foro privilegiado da chefe do Executivo.