Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Anvisa multa em R$ 15,2 mi empresas farmacêuticas por preços abusivos

Grupo tem atuado para coibir a comercialização de medicamentos usados no tratamento da Covid-19 com preços superiores aos autorizados

06/04/2021 08:43, atualizado 06/04/2021 10:52
Vinícius Schmidt/Metrópoles
Enfermeira segurando seringa com fentanil, relaxante muscular que auxilia na intubação de pacientes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou ter multado empresas do setor farmacêutico em R$ 15,2 milhões pela comercialização de medicamentos usados no enfrentamento da Covid-19 acima do preço.

As ações de monitoramento e fiscalização foram iniciadas em julho do ano passado, quando foi criada uma força-tarefa específica para atuar durante a pandemia do novo coronavírus.

De acordo com a Secretaria-Executiva da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (SCMED), foram instaurados 139 processos de sanção e aplicadas 64 multas aos agentes do setor farmacêutico que descumpriram as regras de preços, segundo comunicado nessa segunda-feira (5/4).

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Além disso, a SCMED encaminhou 73 ofícios a fabricantes, com solicitações de dados de comercialização do chamado “kit intubação“, composto por sedativos e bloqueadores musculares.

Nas últimas semanas, hospitais, gestores e associações de diversas regiões do país anunciaram a falta desses medicamentos, que são usados para intubar pacientes com Covid-19 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles
Anvisa multa em R$ 15,2 mi empresas farmacêuticas por preços abusivos - destaque galeria
6 imagens
Hospital Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro
Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro
Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro
Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro
O plantão no Ronaldo Gazolla reúne 3.248 profissionais de saúde, sendo 548 médicos, 346 fisioterapeutas, 630 enfermeiros e 1.368 técnicos
Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro
1 de 6

Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro

Aline Massuca/Metrópoles
Hospital Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro
2 de 6

Hospital Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro

Aline Massuca/Metrópoles
Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro
3 de 6

Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro

Aline Massuca/Metrópoles
Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro
4 de 6

Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro

Aline Massuca/Metrópoles
Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro
5 de 6

Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, referência no tratamento de Covid-19 no Rio de Janeiro

Aline Massuca/Metrópoles
O plantão no Ronaldo Gazolla reúne 3.248 profissionais de saúde, sendo 548 médicos, 346 fisioterapeutas, 630 enfermeiros e 1.368 técnicos
6 de 6

O plantão no Ronaldo Gazolla reúne 3.248 profissionais de saúde, sendo 548 médicos, 346 fisioterapeutas, 630 enfermeiros e 1.368 técnicos

Aline Massuca/Metrópoles

O mesmo empenho, segundo a Anvisa, foi aplicado junto às Secretarias de Estado de Saúde (SES) e às Secretarias Municipais de Saúde (SMS) das capitais, com a solicitação de informações sobre ocorrência de sobrepreço em compras públicas.

“Também foram realizadas diligências junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com pedido de dados relacionados a aquisições de medicamentos por hospitais privados e planos de saúde”, prosseguiu, em nota.