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Anvisa esclarece sobre quarentena para quem desembarca em Guarulhos

A agência orienta que os passageiros consultem as companhias aéreas, antes do embarque, quanto às medidas restritivas

atualizado

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AeroportoGuarulhos_TPS1-Interno
1 de 1 AeroportoGuarulhos_TPS1-Interno - Foto: Reprodução/Wikipédia

A Agência Nacional de Vilgilância Sanitária (Anvisa) divulgou nota, nesta sexta-feira (20/8), na qual esclarece que decisão da 2ª Vara Federal de Guarulhos, após ação movida pelo Ministério Público Federal, estabelece que viajantes com origem ou histórico de passagem, nos últimos 14 dias, pelo Reino Unido, Irlanda do Norte, África do Sul e Índia, inclusive brasileiros, estão obrigados a realizar quarentena ao desembarcar no aeroporto de Guarulhos,

Dessa forma, viajantes que chegam pelo aeroporto devem realizar a quarentena em Guarulhos e ficam impedidos, portanto, de embarcarem em voos (nacionais e internacionais) para seus locais de destino.

A Anvisa afirmou que recorreu da decisão, “pois entende que as consequências da manifestação judicial majoram o risco sanitário, em especial para o município de Guarulhos e o estado de São Paulo, em momento de preocupação quanto à disseminação da variante Delta do Sars-Cov-2 no país”.

De acordo com a agência, a medida em questão está gerando uma retenção de passageiros provenientes do exterior no aeroporto de Guarulhos, de forma desavisada e caótica, em ambiente de aeroporto, local de trânsito e fluxos rápidos, inadequado para permanência ou para realização de quarentenas.

“Os colaboradores da Anvisa nos aeroportos relatam que os passageiros, impedidos de embarcar nos voos nacionais, acabam se deslocando por ônibus coletivos e interestaduais, taxis ou por veículos que prestam serviços por meio de aplicativos, com destino a hotéis ou a cidades em diferentes estados do Brasil, aumentando o risco de exposição e disseminação do vírus para outros indivíduos”, diz outra parte da nota da agência.

E há diversos transtornos, como a perda da rastreabilidade do trajeto de viajantes,” o que dificulta sobremaneira, caso algum viajante seja diagnosticado com Covid-19, a realização da investigação epidemiológica e do rastreio de contactantes, prejudicando seu monitoramento pelas autoridades de saúde locais”.

“Em outras situações, passageiros sem condições de custear a quarentena no local de desembarque acabam por permanecer no aeroporto, gerando maior fluxo de pessoas nesse local e implicando questões humanitárias decorrentes da decisão”, afirma.

O desembarque

A Anvisa orienta que os passageiros consultem as companhias aéreas previamente ao embarque quanto às medidas restritivas em vigor nos aeroportos do Brasil.

A agência recomenda que esses viajantes se preparem previamente para cumprirem a quarentena de 14 dias na cidade do aeroporto de chegada ao Brasil.

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