Alckmin e Padilha estudam meios de renegociar dívidas das Santas Casas

Uma das ideias aventadas por Alckmin foi a possibilidade de utilizar recursos do FGTS ou do Fundo Compensador

atualizado

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Geraldo Alckmin e o Ministro Alexandre Padilha durante o Ebserh em Ação Agora Tem Especialistas, no Hospital Universitário de Brasília HUB - Metropoles
1 de 1 Geraldo Alckmin e o Ministro Alexandre Padilha durante o Ebserh em Ação Agora Tem Especialistas, no Hospital Universitário de Brasília HUB - Metropoles - Foto: <p>HUGO BARRETO/METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), informou nesta terça-feira (7/10) que iniciou tratativas com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para buscar alternativas de renegociação das dívidas das Santas Casas e hospitais filantrópicos. Essas entidades acumulam dívidas milionárias.

Uma das ideias aventadas por Alckmin foi a possibilidade de utilizar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou do Fundo Compensador para oferecer juros menores às Santas Casas e hospitais filantrópicos. O objetivo da medida é garantir saúde financeira dessas entidades, segundo o vice-presidente.

“Renegociar essas dívidas, especialmente com a Caixa Econômica Federal, para que elas [Santas Casas] possam, com boa saúde financeira, prestar um serviço ainda melhor para a nossa população brasileira”, frisou ele.

Alckmin ainda destacou que quase metade do atendimento de alta complexidade no Brasil é feito pelas Santas Casas de Misericórdia. De acordo com ele, a Santas Casas têm “um nível de endividamento alto”.

Reunião com os EUA

Questionado sobre a data da primeira reunião com o governo dos Estados Unidos no âmbito das negociações sobre o chamado “tarifaço”, o vice-presidente se limitou a dizer: “Vamos aguardar um pouquinho”.

As tratativas com os EUA começaram a avançar nessa segunda-feira (6/10), com o telefonema entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump. Alckmin e outros ministros também participaram da reunião, mas não falaram.

A ligação, que durou cerca de 30 minutos, teve tom “amistoso”, de acordo com o Palácio do Planalto. O presidente Lula aproveitou a ocasião para pedir a retirada da sobretaxa de 40% imposta pelo governo dos Estados Unidos a exportações brasileiras, além das sanções aplicadas contra autoridades nacionais.

Conforme determinação de Trump, o secretário de Estado Marco Rubio é o representante dos EUA nas negociações sobre o tarifaço com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

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