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Brasil

Advogado deixa defesa de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro

Em nota, Rodrigo Roca alegou "foro profissional e impedimentos familiares". Cid está preso há uma semana

Mariah Aquino, Manoela Alcântara10/05/2023 21:52, atualizado 10/05/2023 22:01
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Fábio Vieira/Metrópoles
Imagem colorida do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de jair Bolsonaro

O advogado Rodrigo Roca deixou, nesta quarta-feira (10/5), a defesa de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Cid está preso há uma semana, desde 3 de maio, quando foi alvo de operação da Polícia Federal (PF) que investiga a adulteração de cartões de vacinação.

“Renuncio à defesa dos interesses do Cel. Mauro Cid nos inquéritos em que figura como investigado, por razões de foro profissional e impedimentos familiares da minha parte”, informou o advogado, em nota encaminhada ao Metrópoles.

De acordo com investigação da PF, o ex-ajudante de ordens articulou com uma organização criminosa a inclusão de registros de vacina contra a Covid-19 para sua esposa e filhas, além do de Bolsonaro e de sua filha Laura.

Os suspeitos teriam inserido dados falsos no sistema do Ministério da Saúde para a emissão de comprovantes de vacinação, necessários durante a pandemia como passaporte sanitário, por exemplo.

Rodrigo Roca defendeu o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no caso das rachadinhas.

Ele também foi advogado do ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres. Neste último caso, o jurista também renunciou.

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