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Brasil

Acusado de matar mãe e filha em Angra dos Reis é preso pela polícia

Márcio de Oliveira Vicente matou a ex-namorada Lucimar Vasconcelos, de 46 anos, e a filha dela, Adriana da Silva, 19, no duplo feminicídio

Bruno Menezes04/11/2021 09:15, atualizado 04/11/2021 11:33
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Reprodução
Márcio de Oliveira Vicente acusado de feminicídio em Angra

Rio de Janeiro – A  Polícia Civil de Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro, prendeu Márcio de Oliveira Vicente, acusado de duplo feminicídio. Ele matou a facadas a ex-namorada Lucimar Freitas da Silva Vasconcelos, de 46 anos, e a filha dela, Adriana Vasconcelos da Silva, de 19.

O homem foi preso nesta quarta-feira (3/11) em casa, onde a polícia encontrou peças de roupas com manchas compatíveis com sangue e a faca que teria sido usada no crime. O acusado também tinha um corte que parecia ter sido feito com a mesma faca usada para matar mãe e filha.

De acordo com o titular da 166ª DP, delegado Vilson de Almeida, Márcio, ao ser preso em Angra dos Reis, negou envolvimento no crime e disse que seu ferimento, no dedo indicador, teria sido resultado de um acidente ocorrido no dia anterior, quando cortava cana em um Sítio.

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Lucimar Vasconcelos tinha 46 anos
Adriana Vasconcelos tinha 19 anos
Mãe e filha foram encontradas mortas em casa em Angra dos Reis (RJ)
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Mãe e filha foram encontradas mortas em casa em Angra dos Reis (RJ)

Reprodução/Redes sociais
Lucimar Vasconcelos tinha 46 anos
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Lucimar Vasconcelos tinha 46 anos

Reprodução/Redes sociais
Adriana Vasconcelos tinha 19 anos
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Adriana Vasconcelos tinha 19 anos

Reprodução/Redes sociais

Lucimar e Adriana foram atacadas na casa onde moravam, na Rua Três Amigos, no bairro Bracuí. De acordo com a Polícia Militar, agentes encontraram as vítimas mortas e a porta da casa aberta. Testemunhas contaram aos PMs que Márcio teria sido a última pessoa a entrar na residência antes de os corpos serem encontrados.

https://youtu.be/rWkHgdtAkMU

Busca pelo celular

De acordo com o delegado, a prisão de Márcio é resultado de intenso trabalho de investigação, que continuará com a busca pelo telefone celular do acusado, que não foi apreendido pois o preso informou que o equipamento estava em manutenção.

A calça com a mancha compatível com sangue também será analisada por peritos da Polícia Civil, que vão comparar o material com o sangue das vítimas. A faca apreendida também passará por exames.

Até o momento da publicação desta reportagem, não havia informações sobre o enterro das duas mulheres.

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