Acusada de matar o filho, mãe de Gael se indignou com caso Henry Borel
Andréia Freitas de Oliveira foi presa suspeita de assassinar o menino de 3 anos, em São Paulo
atualizado
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São Paulo – Andréia Freitas de Oliveira, mãe do menino Gael de Freitas Nunes, de 3 anos, morto na última segunda-feira (10/5) com sinais de espancamento, teria se indignado com o caso da criança Henry Borel, que perdeu a vida sob as mesmas circunstâncias.
Quem relatou isso foi a tia-avó da criança, Maria Nanete de Freitas, à equipe do programa Cidade Alerta. Dona Maria, como é conhecida, não acredita que Andréia seja culpada pela morte do garoto, que ocorreu no bairro Bela Vista, na região central de São Paulo.
“Eu acredito muito que tenha sido uma coisa acidental. Ele deve ter caído, acidentalmente, e a minha filha não tem culpa de nada”, afirmou Nanete. E relembrou: “Ela nem queria falar muito [sobre o caso Henry], porque dizia que não gostava de falar de coisas que fazem barbaridades com crianças”, conta dona Maria.
Maria relatou que a mãe de Gael sempre foi muito amorosa e cuidadosa com o menino. “Ela era amorosa com ele, era boa, carinhosa. Então, eu não acredito que ela tenha feito isso.”
Os vizinhos da família confirmaram as observações feitas pela da tia-avó do menino. De acordo com os relatos, Andréia demonstrava ser uma boa mãe e nunca foram percebidos sinais de violência.
Andréia trabalhava em casa, com a venda de cosméticos. Ela tinha a guarda da criança e sempre era vista levando o menino para escola ou passeando pelo bairro. Testemunhas relataram que nunca foi percebido algum sinal de maus-tratos por parte da mãe de Gael.
Relembre o caso
Andréia Freitas de Oliveira, de 37 anos, foi presa em flagrante por homicídio qualificado, na tarde da última segunda-feira (10/5), na Alameda Joaquim Eugênio de Lima, na Bela Vista, São Paulo. Ela é suspeita de ter matado o filho, de 3 anos.
A dona de casa foi encontrada pelos policiais militares em estado de choque, no banheiro da casa em que mora, e foi socorrida ao Hospital Mandaqui. Após alta médica, a mulher foi encaminhada à 1ª DDM, onde foi ouvida e indiciada.
Na terça-feira (11/5), a Justiça ordenou a prisão preventiva de Andréia. Ela foi indiciada por homicídio qualificado por meio cruel.












