Acidentes aéreos subiram 11,6% em 2021, segundo Anac
Dos incidentes registrados, a aviação brasileira teve 21 eventos fatais nos últimos 12 meses, a maioria envolvendo voos privados

Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)
O balanço da Anac é até abril, último mês com dados divulgados. Segundo a agência, as informações são produzidas com base nas consultas ao sistema mantido pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), do Comando da Aeronáutica.
Na metodologia utilizada pela agência, não são consideradas as ocorrências com aeronaves estrangeiras, ou que possuam somente a reserva de marcas, nem aquelas classificadas como experimentais e ultraleves.

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Ver todasAo todo, 182 ocorrências foram registradas em voos no território brasileiro neste ano. Dessas, sete tiveram vítimas fatais.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesFalha de motor
Nos últimos 12 meses, a falha de motor foi a principal razão das ocorrências (31,9%), seguida pela perda de controle em voo (18,5%). Os voos privados foram os que mais registraram episódios. A categoria de operação é responsável por 42% dos acontecimentos.
Já o táxi aéreo registrou 5% dos casos. A modalidade que foi a utilizada pela cantora Marília Mendonça no acidente que ocasionou sua morte, além das de seu produtor, Henrique Ribeiro, seu tio e assessor, Abicieli Silveira Dias Filho, do piloto Geraldo Martins de Mederiso, e do copiloto Tarcísio Pessoa Viana.
A cantora de 26 anos morreu, nesta sexta-feira (5/11), após sofrer um acidente aéreo nos arredores da cachoeira da Piedade, em Caratinga (MG). A aeronave em que ocorreu o acidente é um bimotor Beech Aircraft, da PEC Táxi Aéreo, de Goiás, prefixo PT-ONJ, com capacidade para seis passageiros.




















