Eleve a consciência por meio do poder mágico da música

Certas canções e melodias podem ser métodos capazes de levar uma sociedade ao caos; outras, podem nos levar à cura e proporcionar bem-estar

atualizado 15/05/2018 9:24

Etimologicamente, “música” vem do grego musike techen, que significa “a arte das musas”, e, segundo o dicionário, nada mais é que a combinação harmoniosa e expressiva de sons. Em um contexto quântico, a música é um padrão vibratório e é transmitida por ondas sonoras, sendo nosso corpo extremamente sensível a elas. Há diversos estudos sobre medicinas vibracionais, ramo que pesquisa quais são as frequências atrativas para cada coisa.

Já reparou que certas músicas têm a capacidade de nos deixarem felizes, agitados, relaxados ou despertarem os mais variados sentimentos? Elas podem elevar a nossa frequência e também baixá-la a níveis nocivos.

Algumas delas, inclusive, possuem gravações subliminares, imperceptíveis aos nossos ouvidos, mas que fazem o cérebro captar e armazenar mensagens. Como já disse aqui, Platão via a música como elemento fundamental da educação e, em uma de suas obras, alertava a sociedade para ter cuidado com o tipo de música que o governo oferecia às pessoas.

Existem letras que desvalorizam grupos sociais, rebaixam o valor das mulheres, incitam as pessoas à violência, briga familiar, traição, abandono… Ou seja, certas músicas podem ser métodos capazes de levar uma sociedade ao caos

Bela Lima

O padrão de frequência usado para se fazer uma música passou, em 1939, a ser de 440Hz, por um decreto de Goebbels, ministro de Hitler. Tal frequência é desarmônica para a natureza e seres humanos, despertando medo, insegurança, angústia e agitação. A antiga frequência era 432Hz, e funcionava em ressonância com todas as formas de vida e era conhecida como “escala musical pitagórica”, pois era utilizada a partir da fórmula Pi.

Uma ideia interessante sobre o tema está no documentário Alive Inside, que se dedica a mostrar o poder da música em pessoas com demência e Alzheimer, bem como no experimento do japonês Masaro Emoto sobre como as moléculas de água reagem à vibração de músicas, palavras e pensamentos. Ambos estão disponíveis no YouTube.

A música sempre teve um significado grande e importante em todas as fases da minha vida. Sempre fui uma eclética seletiva – e, de um tempo para cá, cada vez mais seletiva. Acredito no poder vibracional dela e seleciono como vou nutrir meu campo energético, sendo a música o personagem central.

Logo de manhã, seleciono as que serão capazes de me elevar, trazer ânimo e alegria para o novo dia que se inicia. Depois, sintonizo a playlist de meditação para meu ritual matinal. Na academia e quando quero ouvir músicas animadas, escolho um set que se encaixa em um perfil ao qual denomino spiritual eletronic – batidas eletrônicas que utilizam a frequência do amor e da unidade, misturadas com sons ancestrais, tambores, instrumentos diversos, sons da natureza e com uma pegada de rezas e mantras.

Esse tipo de música já é bem difundido em festivais como o Burning Man, em cidades como Tulum – no México, na chamada riviera Maia – e em eventos que usam a música como um expansor da consciência para um público mais consciente.

Quando identifico algum problema comigo, como insônia, estresse, ansiedade ou medo, abro um aplicativo chamado IDoser, o qual produz “doses” de ondas sonoras que interferem nas ondas cerebrais, simulando efeitos diversos. Bem interessante.

Música é cura. Sintonize boas vibrações e se acostume com a altitude.

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