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Parece que o governo federal não desistiu da ideia de limitar a internet de banda larga no Brasil. O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, afirmou que, até o fim de 2017, as operadoras poderão oferecer franquia com acesso limitado. As informações são do portal Poder 360.

De acordo com Kassab, a ideia é oferecer um modelo de contratação mais flexível, em que o assinante possa escolher o tamanho da franquia de dados que deseja. Caso ultrapasse o valor estipulado, as operadoras poderiam cobrar uma taxa extra para continuar o serviço de navegação.

Confira a entrevista:

Para o ministro, o objetivo é buscar um “ponto de equilíbrio” entre o desejo do consumidor e as possibilidades das empresas. “Nós não vamos cometer nenhuma violência com as empresas nem com o consumidor”, afirmou.

O assunto provocou polêmica quando veio à tona em 2016. A principal crítica é de que forma as operadoras vão restringir o acesso à internet após o fim da franquia, ou seja, limitar os dados que o consumidor pode enviar e receber por meio da rede. O cliente pode ter a velocidade reduzida ou a conexão interrompida – em desacordo com o Marco Civil da Internet, que só permite o corte em caso de inadimplência.

Em nota, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, esclarece que não haverá mudanças no modelo atual de planos de banda larga fixa, “reiterando seu compromisso em atender o interesse da população e do consumidor.”

 

 

 

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