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Dia Nacional do Orgulho Gay: sete obras que ampliam a voz da minoria

As manifestações LGBTQIAP+ têm tido avanços significativos na conquista de direitos, como a união civil

atualizado 13/03/2022 16:33

Orgulho GayGetty Images

Atos, movimentos e lutas. Essa trilogia marca a história do grupo LGBTQIAP+, que há anos luta contra a discriminação. Nos últimos anos, no Brasil, as manifestações têm tido avanços significativos na conquista de direitos, como a união civil e a criminalização da LGBTfobia. Mas ainda há muito pelo que lutar. Por isso, hoje (25/3) se comemora o Dia Nacional do Orgulho Gay, e o Metrópoles traz sete obras para contribuir com a ampliação da representatividade dessa parte da população.

A LGBTfobia provoca desde a violência simbólica, com segregação e marginalização, até a violência extrema, com assassinatos. Segundo o Grupo Gay da Bahia (GGB), o Brasil é o país que mais mata LGBTQIAP+.  

Orgulho Gay
Quando um indivíduo LGBTQIAP+ é agredido por palavras ou fisicamente por causa da orientação sexual, ele pode ser protegido pelo artigo 20 da Lei 7.716/2018 (crime de racismo)

Data

O dia 25 de março amplia a voz da luta pela igualdade de direitos e pelo respeito às diferenças quanto à orientação sexual e à identidade de gênero. Assim, a data é voltada à celebração de quem se orgulha em assumir a sexualidade.

Para ler com orgulho:

Devassos no Paraíso, por João Trevisan | Editora Objetiva

R$ 62,32EmpresaComprar

Cidade das Garotas, por Elizabeth Gilbert | Editora Alfaguara

R$ 31,45EmpresaComprar

Ditadura e Homossexualidades, por James Green e Renan Quinalha | Editora EdUFSCar

R$ 42,40EmpresaComprar

Além do Carnaval, por James Green | Editora Unesp

R$ 59,13EmpresaComprar

Morangos Mofados, por Caio Abreu | Editora Companhia das Letras

R$ 30EmpresaComprar

Cidadania Trans, por Caio Pedra | Editora Appris

R$ 66EmpresaComprar

Abaixo do Equador, por Richard Parker | Editora Record

R$ 54,64EmpresaComprar

Denúncia

Quando um indivíduo LGBTQIAP+ é agredido por palavras ou fisicamente por causa da orientação sexual, ele pode ser protegido pelo artigo 20 da Lei 7.716/2018 (crime de racismo). No Brasil, ainda não existe uma lei específica contra a homofobia. Por esse motivo, a base que criminaliza atos homofóbicos é a mesma do racismo.

Canais de denúncia

  1. Delegacias especializadas, como Decradi, em São Paulo, e Greaci, em Goiás.
  2. Boletins de ocorrência podem ser registrados em qualquer delegacia física ou on-line.
  3. Ligar no 190 quando o crime ocorre em flagrante é outra opção.
  4. Em caso de denúncia por telefone, o usuário pode discar 100 ou no número local de cada cidade.

Os valores mencionados se referem à data de publicação da matéria e podem sofrer alterações de acordo com os critérios de cada loja. O Metrópoles não comercializa os produtos ou serviços citados.

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