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Comeu carne na Sexta-Feira Santa? Igreja Católica indica o que fazer

Entenda o que diz a Igreja Católica sobre a abstinência e quais atitudes podem substituir a penitência para quem descumpriu a tradição

05/04/2026 12:22
Freepik
Foto colorida de Igreja fora de horário de missa

A tradição de não consumir carne vermelha em datas específicas do calendário católico, como a Sexta-Feira Santa, segue sendo um dos rituais mais conhecidos da fé cristã. Ainda assim, há quem não consiga seguir a orientação à risca — seja por esquecimento, necessidade ou até por escolha.

De acordo com as normas da Igreja Católica, o consumo consciente de carne nesse dia, quando feito de forma deliberada, é considerado uma falta grave dentro da doutrina. Nesses casos, a recomendação tradicional é buscar o sacramento da confissão.

Por outro lado, a própria instituição prevê exceções: pessoas com problemas de saúde, gestantes, trabalhadores submetidos a esforço físico intenso ou indivíduos em situação de vulnerabilidade podem ser dispensados da prática.

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Igreja Católica
O Papa Leão XIV preside a solene liturgia da Paixão do Senhor na Sexta-feira Santa, na Basílica de São Pedro
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O Papa Leão XIV preside a solene liturgia da Paixão do Senhor na Sexta-feira Santa, na Basílica de São Pedro

Franco Origlia/Getty Images
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Divulgação/PMDF
Igreja Católica
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Paulo Pinto/Agencia Brasil

As diretrizes estão previstas no Código de Direito Canônico, documento oficial promulgado pelo papa João Paulo II em 1983. O texto estabelece que a abstinência é obrigatória a partir dos 14 anos, enquanto o jejum se aplica a adultos até os 60 anos, sempre levando em consideração condições individuais.

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Para quem acabou consumindo carne na data, a Igreja também aponta caminhos. É possível substituir o gesto por outras formas de penitência, como ações de solidariedade, oração ou práticas de devoção. A ideia é manter o sentido espiritual do período, priorizando atitudes que reforcem a fé e o compromisso com o próximo.