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Brasileira diz ser “alma gêmea” de Jung Kook e é presa na Coreia do Sul

Uma jovem brasileira foi detida na Coreia do Sul após ir repetidas vezes ao endereço de Jung Kook, integrante do grupo de K-pop BTS

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Daliane Ferreira se identifica como a jovem fanática e relata acreditar que ela e Junk Kook são “almas gêmeas”
1 de 1 Daliane Ferreira se identifica como a jovem fanática e relata acreditar que ela e Junk Kook são “almas gêmeas” - Foto: ReproduçãoX/Instagram

Uma fã brasileira do cantor sul-coreano Jung Kook, integrante do grupo de K-pop BTS, foi detida na Coreia do Sul após ir repetidas vezes ao endereço do artista. A prisão ocorreu em 4 de janeiro, sob suspeita de violação da lei anti-stalking do país.

Nas redes sociais, Daliane Ferreira se identifica como a jovem envolvida no caso e afirma acreditar que ela e Jung Kook são “almas gêmeas”. Segundo a polícia, a brasileira foi abordada após arremessar correspondências na residência do cantor.

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Como medida preventiva, foi determinada uma ordem de restrição que impede a jovem de se aproximar a menos de 100 metros do local. A polícia sul-coreana não divulgou mais detalhes sobre o andamento do caso.

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Também pelas redes sociais, a brasileira afirma que viajou à Coreia do Sul com o objetivo de entrar em contato com Jung Kook. Natural da Paraíba, ela diz acreditar que existe uma conexão sentimental entre os dois, mesmo sem nunca terem se conhecido pessoalmente.

“Ele deve estar deprimido lá porque um sente o outro, a alma gêmea, um sente o outro, a dor. O vazio que você sente, a dor que você sente, não pode ser preenchido se não for pela sua alma gêmea, que está em outro lugar”, relatou.

A jovem também publicou registros das visitas ao endereço do cantor. Em uma das postagens, afirmou ter sido “ameaçada de ser presa” e negou ser uma sasaeng, termo usado na Coreia do Sul para fãs obcecados que invadem a privacidade de ídolos.

Em outro relato, ela mencionou supostas semelhanças físicas entre os dois e falou sobre questões de saúde mental vivenciadas ainda no Brasil. “Eu tentei ganhar fama nas redes sociais, mas, assim, sempre que eu tinha minhas crises que eu associava com esquizofrenia, depressão, alguma coisa assim, que eu não entendo nada, então eu sempre soltava, apagava todas minhas redes sociais”, relatou.

Daliane Ferreira foi procurada pelo Metrópoles para comentar o caso e informar se já retornou ao Brasil, mas não se manifestou até a publicação desta matéria.

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