Sergio Camargo: 5 curiosidades do artista que conquistou Brasília

Escultor de projeção internacional, Camargo transformou luz e forma em linguagem única — e, agora, é celebrado em Brasília com megaexposição

atualizado

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Sergio Camargo
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Desde dezembro, Brasília recebe a inédita megaexposição É Pau, É Pedra…, com obras de Sergio Camargo, um dos nomes mais impactantes da escultura brasileira no século XX. A mostra, montada no foyer da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional, convida o público a percorrer fases marcantes de uma carreira que cruzou continentes, técnicas e ideias, consolidando Camargo como referência mundial no diálogo entre volume, luz e forma.

Transparência – Projeto É Pau, É Pedra – Sergio Camargo

Entenda

  • Trajetória internacional: Sergio morou em Paris e influenciou-se por correntes artísticas europeia.
  • Linguagem singular: o branco e a forma eram centrais em seus relevos e esculturas.
  • Reconhecimento global: obras suas integram museus e coleções de prestígio no mundo.
  • Obra e arquitetura: além de peças de galeria, produziu trabalhos integrados a espaços públicos e edifícios.

A arte que desafiou o espaço e a luz

1. Início artístico pela pintura

Antes de se tornar sinônimo de escultura abstrata, Camargo começou sua formação pela pintura. Esse início visual abriu portas para a sensibilidade que ele aplicaria mais tarde nas superfícies das suas esculturas, especialmente na maneira como a luz interage com os volumes.

Sergio Camargo nasceu em 1930

2. Virada em Paris

A mudança para Paris, nos anos 1960, marcou um ponto de inflexão em sua carreira. No contato com o efervescente cenário artístico europeu, consolidou sua pesquisa sobre relevo e volume — elementos que viriam a ser centrais em sua obra madura.

3. O branco como protagonista

Camargo escolheu o branco como cor dominante em muitas de suas peças porque acreditava que essa paleta — ou sua quase ausência de cor — potencializava o jogo entre luz, sombra e forma, permitindo que o espectador percebesse nuances de profundidade e textura.

Apesar do uso de diferentes materiais para a composição de suas obras, o próprio Sergio Camargo já declarou sua preferência pela cor branca

4. Diálogo com o neoconcretismo, sem rótulos

Embora sua obra dialogasse com princípios do neoconcretismo — movimento brasileiro que defendia a experiência sensorial da obra — Camargo nunca foi formalmente membro de grupos artísticos. Mesmo assim, essa aproximação teórica é perceptível no foco sobre o corpo da obra e sua relação com quem a observa.

5. Presença em museus e coleções

Os painéis e esculturas de Camargo não ficaram restritos ao Brasil: estão expostos em instituições como o MoMA, a Tate Modern e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, além de integrarem coleções privadas mundo afora. Isso reforça o lugar do artista no circuito internacional de arte moderna e contemporânea.

Sergio Camargo: 5 curiosidades do artista que conquistou Brasília - destaque galeria
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A exposição ocorre no Teatro Nacional até 13 de março
A mostra fica em cartaz até 13 de março
Jogo de Xadrez, peça icônica do artista
Exposição É Pau, é Pedra…
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Exposição É Pau, é Pedra…

Divulgação
A exposição ocorre no Teatro Nacional até 13 de março
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A exposição ocorre no Teatro Nacional até 13 de março

Divulgação
A mostra fica em cartaz até 13 de março
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A mostra fica em cartaz até 13 de março

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Jogo de Xadrez, peça icônica do artista
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Jogo de Xadrez, peça icônica do artista

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Com esse repertório, É Pau, É Pedra… propõe uma releitura sensível da obra de Sergio Camargo até 6 de março de 2026, oferecendo ao público brasiliense — e aos visitantes — uma imersão no pensamento escultórico que atravessou décadas e fronteiras.

Arte em espaço simbólico

Realizada pelo Metrópoles, a iniciativa tem caráter histórico ao unir um dos nomes mais importantes da escultura brasileira a um dos equipamentos culturais mais simbólicos do Distrito Federal. A ocupação do foyer da Sala Villa-Lobos reforça o diálogo entre arquitetura, arte e cidade.

A exposição conta com o patrocínio dos Cartões Caixa e Visa Infinite, além do apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Serviço

Exposição É Pau, é Pedra…, de Sergio Camargo, realizada pelo Metrópoles

Visitação de 10 de dezembro a 13 de março, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional

De quarta-feira a segunda-feira, das 12h às 20h (terça-feira fechado para manutenção do Teatro)

Entrada gratuita

 

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