A proposta não é exatamente uma novidade e, justamente por isso, alguns formatos podem parecer datados. Na CASACOR Brasília deste ano, arquitetos investiram em diferentes composições para modernizar a proposta, em formatos fáceis de aplicar em casa.
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A CASACOR Brasília ficará aberta até 12 de dezembro
Divulgação/CASACO/Edgard César e Haruo Mikami
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Com ornamentos em tom terroso - que também estão em alta - a aposta foi em duas peças para compor a decoração da sala
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Os balanços passam um ar descontraído e são uma opção para jardins e área de piscina
Divulgação/CASACOR/Edgard César e Haruo Mikami
Confira as dicas:
Elementos naturais
A proposta da arquiteta Gabriela Gontijo para o espaço Living Kit House & Tektons foi mostrar um recomeço na arquitetura após o período de pandemia. A textura das folhas secas, elemento inusitado em ambientes internos, veio como uma forma de agregar ao conceito de ciclo que se encerra para dar espaço às coisas novas.
Elemento inusitado, as folhas secas dão um pouco de bossa e quebram a austeridade da ambiência
Por conta da paleta predominantemente neutra, a arquiteta elegeu elementos naturais para trazer equilíbrio ao ambiente claro. Na visão da profissional, usar texturas é uma forma estratégica de agregar à experiência sensorial dos ambientes.
“Ela sempre foi usada em mantas, cortinas e tapetes. Mas, atualmente, estamos trazendo o artifício para elementos arquitetônicos, como acabamentos”, adianta. “Hoje, estamos transformando outros componentes do ambiente em mais palpáveis ao toque para compor o visual”.
A poltrona Giramundo, eleita pelo Studio Gontijo, é feita de uma combinação de “fiapos”, e “traz aconchego como nenhuma outra peça”, na visão da arquiteta
O espaço gourmet, uma criação da Alf Arquitetura, usou o revestimento clássico com texturas nas pilastrasO espaço Finitura, assinado por Helio Albuquerque e Sonia Peres, traz a textura do artesanato e de elementos naturais em homenagem à arte popular brasileira
Minimalismo sem frieza
Em alta no universo do decór, o minimalismo demanda a habilidade de usar poucos elementos para formar uma composição descomplicada, mas com toques de requinte. Ana Luiza Veloso, da Traama Arquitetura, ensina como usar as camadas de diferentes materiais para impedir a sensação de um espaço “chapado” e vazio.
“O segredo para um bom espaço minimalista é brincar com os mesmos tons, mas com uma grande variedade de texturas. Isso traz a sensação de limpeza sem perder o aconchego. Se deixarmos tudo branco, como prega a paleta minimalista, o resultado seria uma frieza, como se estivesse faltando algo”, explica.
No Refúgio Ori, que leva a assinatura da arquiteta, há um mix de texturas com madeira clara para imprimir a sensação de bem-estar.
No espaço da arquiteta Ana Luiza Veloso, o painel agrega textura e movimento à paleta de tons neutrosO espaço assinado Ney Lima e Walleria Teixeira incluiu uma poltrona em couro, para incorporar um elemento inusitado sem perder o conforto
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