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Segundo dados do IBGE, os casamentos duradouros estão tornando-se cada vez mais raros. Em 2016, 344.536 casais decidiram se divorciar. Em 1984, eram apenas 93,3 mil separações por ano — o número aumentou 269% em 32 anos. A quantidade de uniões, em contrapartida, cresceu 17% no mesmo período.

São vários os motivos para um casal separar-se de vez. Segundo um estudo publicado no site Flowing Data, nos Estados Unidos, até a profissão pode fazer diferença. De acordo com a pesquisa, pessoas que trabalham com festas e à noite têm maior probabilidade de romper casamentos. A taxa de divórcio entre administradores de jogos e bartenders, por exemplo, fica acima dos 52%. Outra bem alta é das comissárias de voo: 50,5%. Empacotadores, telefonistas e operadores de telemarketing compõem o top 10, com mais de 48%.

Do outro lado da tabela, é relativamente estável casar-se com pessoas que fazem seguros (17%), físicos (18,9%) e médicos (19,6%). Optometristas (20,8%), engenheiros químicos (21,1%), educadores (21,3%) e cirurgiões (21,8%) completam a lista.

Atenção: não adianta trocar de profissão para salvar o relacionamento. “Se a pessoa é médica, pede demissão e se torna um bartender ou operador de telemarketing, as chances de divórcio não mudam. Provavelmente, isso diz mais sobre o indivíduo do que qualquer coisa. Quem tem a mesma ocupação, tende a ser semelhante aos companheiros de trabalho. Isso influencia em como se vive a vida”, explica Nathan Yuau, o estatístico responsável pela pesquisa.



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