Campanha da Disney fotografa 19 princesas inspiradoras da vida real

A ideia é desconstruir o conceito tradicional de princesa e mostrar que pessoas comuns também podem ser heroínas

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Ami Vitale/Divulgação
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1 de 1 ami_vitale_1_copy_536230f8 - Foto: Ami Vitale/Divulgação

O mundo já não é o mesmo e nem as meninas querem mais ser princesas frágeis e dependentes. De olho na desconstrução do conceito de suas heroínas, a Disney lançou uma campanha para encontrar as princesas da vida real.

A “Dream Big, Princess” (“sonhe alto, princesa”, em português) criou uma hashtag com o nome do projeto e, a cada foto postada com o tema da campanha, a Disney faz uma doação para a Girl Up, da Fundação das Nações Unidas.

A iniciativa procura criar programas de desenvolvimento para meninas ao redor do mundo e incentivá-las a seguir seus sonhos. Em um pouco mais de um ano, a Disney doou um milhão de dólares para a causa.

A campanha “Dream Big, Princess” cresceu e a Disney convidou, em julho de 2017, 19 fotógrafas de 15 países a procurar e fotografar meninas e mulheres reais com histórias empoderadoras. O resultado são fotos e relatos emocionantes que incluem uma brasileira: Sol é campeã brasileira de surf e, como uma boa princesa, soube sonhar alto. Confira as escolhidas:

Campanha da Disney fotografa 19 princesas inspiradoras da vida real - destaque galeria
19 imagens
Inspirada pelo "Centro Rainha Rania de Família e Crianças", que oferece serviços holísticos para combater abuso infantil e fortalecer as famílias da Jordânia, a fotógrafa Banan Alawneh quis retratar crianças que aprendem a falar sobre seus sentimentos pela arte. "Eu conheci muitas meninas no centro e fiquei impressionada com aquelas que são falantes e confiantes e não hesitam em responder quais são seus sonhos e o que querem ser no futuro", conta.
A fotógrafa Ami Vitali fotografou meninas no santuário de elefantes Reteti, no Quênia. Ela conta que queria focar em meninas que estão sonhando alto. "Elas estão protegendo suas comunidades e o mundo natural ao seu redor. É preciso ter coragem, paixão pelo meio ambiente, e nervos de aço para proteger esses animais ameaçados e as pessoas que vivem com eles".
Nandini, Sejal, Anjali e Uma representam meninas que estão desafiando as tradições na Índia e procuram continuar estudando. Por conta da organização Ônibus Mágico, meninas são encorajadas a continuar na escola e participar de atividades físicas, coisa que muitas não tiveram chance de praticar. Por meio do esporte, as garotas ganham confiança e estão quebrando o ciclo de pobreza no qual nasceram
Ta'Kaiya Blaney é uma estudante de 15 anos do Canadá. Ela tem feito performances e dado palestras sobre suas raízes indígenas. Em 2014, ela foi a pessoa mais nova a fazer um discurso na Powershift (uma conferência anual que junta jovens do mundo inteiro para discutir sobre mudanças climáticas). Ta'kaiya é cantora, escritora e atriz desde os seis anos de idade.
A fotógrafa Danielle Sykes pensou logo em balões de ar quando foi convidada a participar do projeto. Ela escolheu um livro que mostra a Rapunzel voando. "Ela teria que ter muita confiança em si mesma para embarcar nessa aventura. É como sonhar alto, você precisa estar disposta a tentar voar apesar de não saber exatamente o que te espera".
Miriam Farooq, 16 anos, dedica seu tempo para ajudar instituições de caridade que trabalham para enriquecer a vida de mulheres e meninas na Ásia. Ela criou o primeiro grupo Girl Up de Hong Kong em sua escola e, dois anos depois, continua organizando eventos para ajudar a causa.
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Miriam Farooq, 16 anos, dedica seu tempo para ajudar instituições de caridade que trabalham para enriquecer a vida de mulheres e meninas na Ásia. Ela criou o primeiro grupo Girl Up de Hong Kong em sua escola e, dois anos depois, continua organizando eventos para ajudar a causa.

Annie Griffiths/Divulgação
Inspirada pelo "Centro Rainha Rania de Família e Crianças", que oferece serviços holísticos para combater abuso infantil e fortalecer as famílias da Jordânia, a fotógrafa Banan Alawneh quis retratar crianças que aprendem a falar sobre seus sentimentos pela arte. "Eu conheci muitas meninas no centro e fiquei impressionada com aquelas que são falantes e confiantes e não hesitam em responder quais são seus sonhos e o que querem ser no futuro", conta.
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Inspirada pelo "Centro Rainha Rania de Família e Crianças", que oferece serviços holísticos para combater abuso infantil e fortalecer as famílias da Jordânia, a fotógrafa Banan Alawneh quis retratar crianças que aprendem a falar sobre seus sentimentos pela arte. "Eu conheci muitas meninas no centro e fiquei impressionada com aquelas que são falantes e confiantes e não hesitam em responder quais são seus sonhos e o que querem ser no futuro", conta.

Banan Alawneh/Divulgação
A fotógrafa Ami Vitali fotografou meninas no santuário de elefantes Reteti, no Quênia. Ela conta que queria focar em meninas que estão sonhando alto. "Elas estão protegendo suas comunidades e o mundo natural ao seu redor. É preciso ter coragem, paixão pelo meio ambiente, e nervos de aço para proteger esses animais ameaçados e as pessoas que vivem com eles".
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A fotógrafa Ami Vitali fotografou meninas no santuário de elefantes Reteti, no Quênia. Ela conta que queria focar em meninas que estão sonhando alto. "Elas estão protegendo suas comunidades e o mundo natural ao seu redor. É preciso ter coragem, paixão pelo meio ambiente, e nervos de aço para proteger esses animais ameaçados e as pessoas que vivem com eles".

Ami Vitale/Divulgação
Nandini, Sejal, Anjali e Uma representam meninas que estão desafiando as tradições na Índia e procuram continuar estudando. Por conta da organização Ônibus Mágico, meninas são encorajadas a continuar na escola e participar de atividades físicas, coisa que muitas não tiveram chance de praticar. Por meio do esporte, as garotas ganham confiança e estão quebrando o ciclo de pobreza no qual nasceram
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Nandini, Sejal, Anjali e Uma representam meninas que estão desafiando as tradições na Índia e procuram continuar estudando. Por conta da organização Ônibus Mágico, meninas são encorajadas a continuar na escola e participar de atividades físicas, coisa que muitas não tiveram chance de praticar. Por meio do esporte, as garotas ganham confiança e estão quebrando o ciclo de pobreza no qual nasceram

Ashima Narain/Divulgação
Ta'Kaiya Blaney é uma estudante de 15 anos do Canadá. Ela tem feito performances e dado palestras sobre suas raízes indígenas. Em 2014, ela foi a pessoa mais nova a fazer um discurso na Powershift (uma conferência anual que junta jovens do mundo inteiro para discutir sobre mudanças climáticas). Ta'kaiya é cantora, escritora e atriz desde os seis anos de idade.
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Ta'Kaiya Blaney é uma estudante de 15 anos do Canadá. Ela tem feito performances e dado palestras sobre suas raízes indígenas. Em 2014, ela foi a pessoa mais nova a fazer um discurso na Powershift (uma conferência anual que junta jovens do mundo inteiro para discutir sobre mudanças climáticas). Ta'kaiya é cantora, escritora e atriz desde os seis anos de idade.

Cristina Mittermeier/Divulgação
A fotógrafa Danielle Sykes pensou logo em balões de ar quando foi convidada a participar do projeto. Ela escolheu um livro que mostra a Rapunzel voando. "Ela teria que ter muita confiança em si mesma para embarcar nessa aventura. É como sonhar alto, você precisa estar disposta a tentar voar apesar de não saber exatamente o que te espera".
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A fotógrafa Danielle Sykes pensou logo em balões de ar quando foi convidada a participar do projeto. Ela escolheu um livro que mostra a Rapunzel voando. "Ela teria que ter muita confiança em si mesma para embarcar nessa aventura. É como sonhar alto, você precisa estar disposta a tentar voar apesar de não saber exatamente o que te espera".

Dani Sykes/Divulgação
A turca Tutya Yilmaz, 18 anos, foi a ginasta mais jovem a representar seu país nas olimpíadas do RIo. "Quando eu era criança, ficava assustada quando entrava na academia. A ginástica parecia difícil para mim. Mas, ao crescer, eu reparei como era capaz de superar o que parecia difícil e aprendi a amar cada passo", conta a atleta.
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A turca Tutya Yilmaz, 18 anos, foi a ginasta mais jovem a representar seu país nas olimpíadas do RIo. "Quando eu era criança, ficava assustada quando entrava na academia. A ginástica parecia difícil para mim. Mas, ao crescer, eu reparei como era capaz de superar o que parecia difícil e aprendi a amar cada passo", conta a atleta.

Dilan Bozyel/Divulgação
Grace Bunke foi diagnosticada com um tipo agressivo de câncer nos ossos com 11 anos e passou bravamente por tratamento e cirurgias. Hoje, ela corre e espera competir nas paralimpíadas no futuro.
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Grace Bunke foi diagnosticada com um tipo agressivo de câncer nos ossos com 11 anos e passou bravamente por tratamento e cirurgias. Hoje, ela corre e espera competir nas paralimpíadas no futuro.

Kate Perker/Divulgação
A fotógrafa Laura Zalenga criou uma série de imagens celebrando a importância de sonhar. "Elas estão escalando por um caminho difícil para chegar em seus sonhos", conta.
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A fotógrafa Laura Zalenga criou uma série de imagens celebrando a importância de sonhar. "Elas estão escalando por um caminho difícil para chegar em seus sonhos", conta.

Laura Zalenga/Divulgação
Sol, a representante brasileira das novas princesas, começou a surfar em 2016. Determinada, a menina passou a praticar todos os dias à tarde e, hoje, com 11 anos, participa de várias competições pelo país e é uma das mais novas entre as surfistas. Ela sonha em ser a primeira brasileira a ganhar o campeonato mundial de surf.
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Sol, a representante brasileira das novas princesas, começou a surfar em 2016. Determinada, a menina passou a praticar todos os dias à tarde e, hoje, com 11 anos, participa de várias competições pelo país e é uma das mais novas entre as surfistas. Ela sonha em ser a primeira brasileira a ganhar o campeonato mundial de surf.

Luisa Dorr/Divulgação
Rong Jing, 29, teve poliomielite quando era criança e se tornou campeã de esgrima. Aos 16 anos, ela foi escolhida para começar a treinar o esporte em cadeiras de rodas e, apesar de não ter nenhuma experiência, ela persistiu e conseguiu chegar ao topo de seu esporte, ganhando uma medalha de ouro nas Paralimpíadas de Londres.
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Rong Jing, 29, teve poliomielite quando era criança e se tornou campeã de esgrima. Aos 16 anos, ela foi escolhida para começar a treinar o esporte em cadeiras de rodas e, apesar de não ter nenhuma experiência, ela persistiu e conseguiu chegar ao topo de seu esporte, ganhando uma medalha de ouro nas Paralimpíadas de Londres.

Lulu Liao/Divulgação
A fotógrafa Margarita Kareva colocou seus próprios sonhos em sua foto. Ela sempre sonhou em voar e quis mostrar que sonhos podem virar realidade.
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A fotógrafa Margarita Kareva colocou seus próprios sonhos em sua foto. Ela sempre sonhou em voar e quis mostrar que sonhos podem virar realidade.

Margarita Kareva/Divulgação
Miu tem 13 anos e, apesar de tímida, os amigos confiam nela e a procuram para conselhos. O sonho dela é ajudar as pessoas.
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Miu tem 13 anos e, apesar de tímida, os amigos confiam nela e a procuram para conselhos. O sonho dela é ajudar as pessoas.

Mayumi Rui/Divulgação
A atriz Monique Coleman, 36, foi nomeada a primeira jovem campeã das Nações Unidas para o Ano Internacional da Juventude. Ela viajou por 24 países em seis meses para empoderar e inspirar jovens.
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A atriz Monique Coleman, 36, foi nomeada a primeira jovem campeã das Nações Unidas para o Ano Internacional da Juventude. Ela viajou por 24 países em seis meses para empoderar e inspirar jovens.

Meg Schwartz/Divulgação
Zakia é uma das primeiras mulheres da região de Bamiyan, no Afeganistão, a andar de bicicleta. Ela tem 23 anos e começou a ensinar as meninas em sua vila quando percebeu que elas não tinham acesso ao transporte público e as bicicletas seriam uma boa forma de chegar à escola. Zakia sonha que uma das crianças um dia represente seu país como ciclista internacionalmente.
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Zakia é uma das primeiras mulheres da região de Bamiyan, no Afeganistão, a andar de bicicleta. Ela tem 23 anos e começou a ensinar as meninas em sua vila quando percebeu que elas não tinham acesso ao transporte público e as bicicletas seriam uma boa forma de chegar à escola. Zakia sonha que uma das crianças um dia represente seu país como ciclista internacionalmente.

Paula Bronstein/Divulgação
As campeãs de windsurf Maya Morris, 18, e Yarden Isaac, 17, impressionaram a fotógrafa Ronit Cohen pela seriedade e determinação. As duas estão focadas nos treinos e já ganharam vários campeonatos mundiais.
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As campeãs de windsurf Maya Morris, 18, e Yarden Isaac, 17, impressionaram a fotógrafa Ronit Cohen pela seriedade e determinação. As duas estão focadas nos treinos e já ganharam vários campeonatos mundiais.

Ronti Cohen/Divulgação
A fotógrafa Scarlet Page se inspirou no time nacional inglês de futebol feminino e seu desejo de vencer. "Elas são muito inspiradoras e animadoras para nossa geração de jovens meninas. Essas garotas cresceram em um tempo no qual o sonho de ser uma jogadora profissional não era acessível como é agora. Futebol era para meninos, ou parecia ser, mas essas jogadoras mudaram tudo e provaram o quão inspiradoras, corajosas e talentosas elas são"
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A fotógrafa Scarlet Page se inspirou no time nacional inglês de futebol feminino e seu desejo de vencer. "Elas são muito inspiradoras e animadoras para nossa geração de jovens meninas. Essas garotas cresceram em um tempo no qual o sonho de ser uma jogadora profissional não era acessível como é agora. Futebol era para meninos, ou parecia ser, mas essas jogadoras mudaram tudo e provaram o quão inspiradoras, corajosas e talentosas elas são"

Scarlet Page/Divulgação
Aos 4 anos, Paty foi deixada no orfanato dirigido pela família da fotógrafa Theresa Balderas e viveu lá por dois anos até ser adotada. Hoje, aos 8, ela é feliz, engraçada e cheia de amigos. Ela sonha em inspirar outras crianças e dar esperanças a quem ainda vive em orfanatos.
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Aos 4 anos, Paty foi deixada no orfanato dirigido pela família da fotógrafa Theresa Balderas e viveu lá por dois anos até ser adotada. Hoje, aos 8, ela é feliz, engraçada e cheia de amigos. Ela sonha em inspirar outras crianças e dar esperanças a quem ainda vive em orfanatos.

Theresa Balderas/Divulgação
A fotógrafa Calliope Karvounis conta que sempre foi muito inspirada pela mãe e escolheu as próprias filhas para participar do projeto - ela explica que tenta moldar as meninas com a mesma influência. Anna e India ajudaram como co-fotógrafas e modelos. Anna quer ser fotógrafa e a mãe quis dar um gostinho do que a espera se ela tiver coragem e força para correr atrás de seus sonhos.
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A fotógrafa Calliope Karvounis conta que sempre foi muito inspirada pela mãe e escolheu as próprias filhas para participar do projeto - ela explica que tenta moldar as meninas com a mesma influência. Anna e India ajudaram como co-fotógrafas e modelos. Anna quer ser fotógrafa e a mãe quis dar um gostinho do que a espera se ela tiver coragem e força para correr atrás de seus sonhos.

Calliope Karvounis/Divulgação

 

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