Ainda pensa no traste? Conheça o divórcio energético
Muito mais que o fim de um relacionamento, a técnica busca cortar vínculos emocionais, espirituais e psicológicos que permanecem
atualizado
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Se livrar de um traste pode ser muito mais complexo do que um simples término ou um pedido de divórcio. Para muitos, o afastamento físico não cessa o vínculo com a relação antiga. Quando aquele primeiro amor, uma esposa ou marido, a antiga paixão de carnaval ou uma amizade colorida não saem da cabeça, talvez seja a hora de investir no divórcio energético. E não se trata (apenas) do campo espiritual, mas terapêutico mesmo. É a arte do desgarrar de um sentimento que, apesar de cessado o contato físico, permanece azucrinando seu juízo.
A cantora sertaneja Maiara chamou atenção ao dizer que é adepta do divórcio emocional. “Hoje eu vou fazer um divórcio energético para quebrar pactos, vínculos, que não te levam a evoluir”, disse a irmã de Maraísa, em uma de suas lives no Instagram. “Às vezes, relacionamentos passados da gente, inconscientemente, mandam energias pra gente, e você não consegue evoluir nos seus relacionamentos”, revelou.
O que é divórcio energético?
Afinal, o que é um divórcio energético? Imagine que você teve uma forte relação ou vínculo com uma pessoa, de forma afetiva. Apesar de acabar a relação na forma carnal, você ainda tem um sentimento de posse ou de saudade, não para de pensar nesta pessoa e não consegue encontrar uma outra relação por conta do passado. Pode ser uma dor de corno, mas também podem ser dores emocionais intensas, que provocam diversas consequências, incluindo transtornos mentais, como ansiedade, insônia, incertezas e dificuldade de ter novos amores. É aí que entra a técnica.
“Quando a gente se envolve com alguém, não se envolve só emocionalmente. A gente se envolve física, psíquica, energética e espiritualmente. Isso é tão profundo que, quando conhecemos um casal que está há bastante tempo junto, eles se olham e não precisam nem falar. Mais do que isso, começamos a achar que eles são fisicamente parecidos ou têm a mesma atitude, porque de fato estão tendo trocas profundas. Agora imagine quando isso acaba…”, comenta a terapeuta Dalila Rodrigues, especializada em divórcios energéticos.
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