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Saúde

Ser bilíngue atrasa o início do Alzheimer em até 5 anos, mostra estudo

Estudo mostra que falantes de mais de um idioma preservam o tamanho do hipocampo por mais tempo. Região é ligada ao aprendizado e memória

24/10/2024 13:13, atualizado 24/10/2024 18:47
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Duas pessoas idosas sentadas em escada conversando e sorrindo - Metrópoles - envelhecimento

Um estudo feito no Canadá mostra evidências de que ser bilíngue pode atrasar o declínio cognitivo. Pesquisadores da Universidade Concórdia observaram que as pessoas fluentes em duas línguas demoram, em média, cinco anos a mais para apresentar os primeiros sintomas de Alzheimer em comparação com as falantes de apenas um idioma.

A novidade foi publicada na revista Bilingualism: Language and Cognition em setembro deste ano.

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Os pesquisadores analisaram as imagens dos cérebros de adultos mais velhos falantes de um ou mais idiomas. O foco foi examinar a resiliência cerebral em regiões ligadas à linguagem e ao envelhecimento.

O grupo de voluntários continha pessoas cognitivamente saudáveis; com risco de declínio cognitivo subjetivo (como mudanças na memória, linguagem e orientação que não são detectadas objetivamente em testes); com comprometimento cognitivo leve ou com diagnóstico de Alzheimer.

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Os indivíduos bilíngues com Alzheimer apresentaram hipocampos maiores, com mais massa cerebral, em comparação com os monolíngues quando pareados por idade, educação, função cognitiva e memória.

O hipocampo é a principal região do cérebro relacionada ao aprendizado e memória e é altamente afetada pelo Alzheimer, destacam os autores do estudo. Nas pessoas com comprometimento cognitivo leve e Alzheimer, que eram monolíngues, o hipocampo mostrava sinais de atrofia.

Ser bilíngue atrasa o início do Alzheimer em até 5 anos, mostra estudo - destaque galeria
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Por ser uma doença que tende a se agravar com o passar dos anos, o diagnóstico precoce é fundamental para retardar o avanço. Portanto, ao apresentar quaisquer sintomas da doença é fundamental consultar um especialista
Apesar de os sintomas serem mais comuns em pessoas com idade superior a 70 anos, não é incomum se manifestarem em jovens por volta dos 30. Aliás, quando essa manifestação “prematura” acontece, a condição passa a ser denominada Alzheimer precoce
Na fase inicial, uma pessoa com Alzheimer tende a ter alteração na memória e passa a esquecer de coisas simples, tais como: onde guardou as chaves, o que comeu no café da manhã, o nome de alguém ou até a estação do ano
Desorientação, dificuldade para lembrar do endereço onde mora ou o caminho para casa, dificuldades para tomar simples decisões, como planejar o que vai fazer ou comer, por exemplo, também são sinais da manifestação da doença
Além disso, perda da vontade de praticar tarefas rotineiras, mudança no comportamento (tornando a pessoa mais nervosa ou agressiva), e repetições são alguns dos sintomas mais comuns
Alzheimer é uma doença degenerativa causada pela morte de células cerebrais e que pode surgir décadas antes do aparecimento dos primeiros sintomas
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Alzheimer é uma doença degenerativa causada pela morte de células cerebrais e que pode surgir décadas antes do aparecimento dos primeiros sintomas

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Por ser uma doença que tende a se agravar com o passar dos anos, o diagnóstico precoce é fundamental para retardar o avanço. Portanto, ao apresentar quaisquer sintomas da doença é fundamental consultar um especialista
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Por ser uma doença que tende a se agravar com o passar dos anos, o diagnóstico precoce é fundamental para retardar o avanço. Portanto, ao apresentar quaisquer sintomas da doença é fundamental consultar um especialista

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Apesar de os sintomas serem mais comuns em pessoas com idade superior a 70 anos, não é incomum se manifestarem em jovens por volta dos 30. Aliás, quando essa manifestação “prematura” acontece, a condição passa a ser denominada Alzheimer precoce
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Apesar de os sintomas serem mais comuns em pessoas com idade superior a 70 anos, não é incomum se manifestarem em jovens por volta dos 30. Aliás, quando essa manifestação “prematura” acontece, a condição passa a ser denominada Alzheimer precoce

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Na fase inicial, uma pessoa com Alzheimer tende a ter alteração na memória e passa a esquecer de coisas simples, tais como: onde guardou as chaves, o que comeu no café da manhã, o nome de alguém ou até a estação do ano
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Na fase inicial, uma pessoa com Alzheimer tende a ter alteração na memória e passa a esquecer de coisas simples, tais como: onde guardou as chaves, o que comeu no café da manhã, o nome de alguém ou até a estação do ano

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Desorientação, dificuldade para lembrar do endereço onde mora ou o caminho para casa, dificuldades para tomar simples decisões, como planejar o que vai fazer ou comer, por exemplo, também são sinais da manifestação da doença
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Desorientação, dificuldade para lembrar do endereço onde mora ou o caminho para casa, dificuldades para tomar simples decisões, como planejar o que vai fazer ou comer, por exemplo, também são sinais da manifestação da doença

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Além disso, perda da vontade de praticar tarefas rotineiras, mudança no comportamento (tornando a pessoa mais nervosa ou agressiva), e repetições são alguns dos sintomas mais comuns
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Além disso, perda da vontade de praticar tarefas rotineiras, mudança no comportamento (tornando a pessoa mais nervosa ou agressiva), e repetições são alguns dos sintomas mais comuns

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Segundo pesquisa realizada pela fundação Alzheimer’s Drugs Discovery Foundation (ADDF), a presença de proteínas danificadas (Amilóide e Tau), doenças vasculares, neuroinflamação, falha de energia neural e genética (APOE) podem estar relacionadas com o surgimento da doença
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Segundo pesquisa realizada pela fundação Alzheimer’s Drugs Discovery Foundation (ADDF), a presença de proteínas danificadas (Amilóide e Tau), doenças vasculares, neuroinflamação, falha de energia neural e genética (APOE) podem estar relacionadas com o surgimento da doença

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O tratamento do Alzheimer é feito com uso de medicamentos para diminuir os sintomas da doença, além de ser necessário realizar fisioterapia e estimulação cognitiva. A doença não tem cura e o cuidado deve ser feito até o fim da vida
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O tratamento do Alzheimer é feito com uso de medicamentos para diminuir os sintomas da doença, além de ser necessário realizar fisioterapia e estimulação cognitiva. A doença não tem cura e o cuidado deve ser feito até o fim da vida

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“Isso sugere que pode haver alguma forma de manutenção cerebral relacionada ao bilinguismo”, afirma a principal autora do estudo, Kristina Coulter.

“Falar mais de um idioma é uma das várias maneiras de se envolver cognitiva e socialmente, o que promove a saúde do cérebro. O estudo foi capaz de observar a influência potencial de ser bilíngue na estrutura cerebral em todo o espectro de risco de demência, desde indivíduos cognitivamente normais até aqueles com maior risco de desenvolver Alzheimer e nos que realmente têm a doença”, diz a professora Natalie Phillips, do Departamento de Psicologia da Universidade Concordia.

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