Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Saúde

Aos 7, menino faz exame de vista e é diagnosticado com câncer terminal

Lenny, de 7 anos, acabou falecendo dois anos depois. Médicos encontraram um câncer do tamanho do pulso de um adulto em seu cérebro

17/04/2025 15:03
Reprodução
Imagem mostra criança branca vestida de personagem do Mario Bros posando com o personagem homem-aranha - Metrópoles

Aos cinco anos de idade, o pequeno Lenny Lax começou a sentir dores de cabeça estranhas. A família acreditava que o menino tinha uma virose, e esperou passar. O quadro piorou, ele chegou a ter dificuldade de levantar da cama de manhã e ficou letárgico, mas a situação só foi solucionada depois de um exame de vista de rotina.

O oftalmologista percebeu que algo estava estranho com Lenny e recomendou que a família procurasse um médico. Uma tomografia mostrou que o pequeno tinha um tumor do tamanho de um pulso humano no cérebro, e ele foi diagnosticado com glioblastoma em estágio quatro. O câncer foi considerado incurável e o prognóstico era de apenas mais um ano de vida.

Receba no seu email as notícias de Ciência&Saúde

Frequência de envio: Semanal

Ver todas as newsletters

“Ele estava doente, e dois dias depois, os médicos estavam me dizendo que ele não tinha muito tempo de vida. Foi um pesadelo”, conta a mãe, Sophie Hunt, em entrevista ao Manchester Evening News.

Lenny passou por radioterapia e quimioterapia, mas os tratamentos não fizeram diferença no avanço do câncer. Um ano depois, um exame mostrou “tantos focos quanto fogos de artifício” na cabeça do menino, e não havia mais o que fazer.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Saúde e Ciência

Câncer terminal

Sophie conta que nunca contou para Lenny o quão doente ele estava e, nos últimos meses, a família se focou em proporcionar todas as experiências que o menino gostaria de ter. No início deste mês, Lenny faleceu.

“Ele batalhou contra essa doença horrível com tudo que ele tinha e eu não podia estar mais orgulhosa de ser sua mãe. O único lado positivo é que ele não está mais com dor. Sem mais hospitais, sem remédios, sem escutar que não podia brincar com os amigos”, lamenta Sophie em posts nas redes sociais.

Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e no Canal do Whatsapp e fique por dentro de tudo sobre o assunto!