Médicos Sem Fronteira são institucionalmente racistas, dizem funcionários

Denúncia foi feita em manifesto assinado por 1000 funcionários e ex-empregados

atualizado

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Ataque ao Médicos Sem Fronteiras
1 de 1 Ataque ao Médicos Sem Fronteiras - Foto: Médicos Sem Fronteiras/Divulgação

A Ong Médicos Sem Fronteiras (MSF) foi acusada de ser institucionalmente racista e de reforçar o colonialismo e o supremacismo branco em seu trabalho humanitário em uma declaração assinada por 1.000 atuais e ex-funcionários.

De acordo com o texto, a MSF, que ganhou o prêmio Nobel da Paz em 1999, falha em perceber o racismo perpetuado por suas políticas, práticas de recrutamento e ambiente de trabalho. Além disso, ele ataca programas “desumanizadores” tocados por uma força de trabalho formada por “uma minoria branca privilegiada”.

A carta pede que seja realizada uma investigação independente sobre o racismo dentro da organização e uma reforma no modo como ela funciona para acabar com “décadas de poder e paternalismo”. O presidente internacional da ONG, Christos Christou, disse que o manifesto agiria como um catalisador para uma série de mudanças já planejadas sejam realizadas mais rapidamente.

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03/10/2015-  Konduz, Afeganistão- Um bombardeio atingiu neste sábado (3) um hospital da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) em Kunduz, no norte do Afeganistão, matando pelo menos 9 integrantes do grupo, informou a ONG em comunicado. Outras 37 pessoas ficaram feridas - entre elas 19 funcionários da organização.O MSF disse em nota que todas as partes envolvidas no conflito no país foram informadas sobre a localização precisa de seu hospital e de outras instalações do grupo. Ainda de acordo com o MSF, o bombardeio continuou por 30 minutos mesmo após militares dos EUA e afegães terem sido informados sobre o ataque.
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03/10/2015- Konduz, Afeganistão- Um bombardeio atingiu neste sábado (3) um hospital da organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) em Kunduz, no norte do Afeganistão, matando pelo menos 9 integrantes do grupo, informou a ONG em comunicado. Outras 37 pessoas ficaram feridas - entre elas 19 funcionários da organização.O MSF disse em nota que todas as partes envolvidas no conflito no país foram informadas sobre a localização precisa de seu hospital e de outras instalações do grupo. Ainda de acordo com o MSF, o bombardeio continuou por 30 minutos mesmo após militares dos EUA e afegães terem sido informados sobre o ataque.

Doctors Without Borders – MSF
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