Médicos Sem Fronteira são institucionalmente racistas, dizem funcionários

Denúncia foi feita em manifesto assinado por 1000 funcionários e ex-empregados

atualizado 10/07/2020 12:45

Médicos Sem Fronteiras/Divulgação

A Ong Médicos Sem Fronteiras (MSF) foi acusada de ser institucionalmente racista e de reforçar o colonialismo e o supremacismo branco em seu trabalho humanitário em uma declaração assinada por 1.000 atuais e ex-funcionários.

De acordo com o texto, a MSF, que ganhou o prêmio Nobel da Paz em 1999, falha em perceber o racismo perpetuado por suas políticas, práticas de recrutamento e ambiente de trabalho. Além disso, ele ataca programas “desumanizadores” tocados por uma força de trabalho formada por “uma minoria branca privilegiada”.

A carta pede que seja realizada uma investigação independente sobre o racismo dentro da organização e uma reforma no modo como ela funciona para acabar com “décadas de poder e paternalismo”. O presidente internacional da ONG, Christos Christou, disse que o manifesto agiria como um catalisador para uma série de mudanças já planejadas sejam realizadas mais rapidamente.

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