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Médica compartilha vídeo em que gêmea nasce empelicada: “Mágico”

Cena rara foi registrada em parto realizado no interior de Goiás. Criança estava em posição fetal e dentro do saco amniótico

atualizado

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Reprodução/Arquivo Pessoal
imagem de bebê rescém-nascida ainda dentro da bolsa amniótica da mãe
1 de 1 imagem de bebê rescém-nascida ainda dentro da bolsa amniótica da mãe - Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Uma cena rara foi registrada nessa segunda-feira (10/10) no município de Iporá, no estado de Goiás. Durante o parto das gêmeas Rafaella e Isabella, a caçula foi retirada da barriga da mãe com a bolsa amniótica intacta e na posição pélvica, na qual os fetos ficam no útero.

A obstetra Leandra Campos, que realizou o parto das gêmeas no Hospital Evangélico de Iporá, decreveu o evento como mágico. “Antes de estourarmos a bolsa, a bebê estava lá, plena, dormindo, sem precisar respirar e recebendo tudo pelo cordão umbilical. É muito mágico”, disse a médica.

Ela acrescentou que já havia realizado outros partos empelicados, como o fenômeno é conhecido, mas que essa foi a primeira vez em que o bebê estava em posição fetal, o que é raríssimo.

Até a última atualização do hospital, as crianças e a mãe, Naiara Santos, seguiam em observação, mas deveriam receber alta ainda nesta semana.

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Estimativas apontam que um parto empelicado, como o da pequena Isabella, ocorra a cada 80 mil nascimentos. Na maioria dos casos, o saco amniótico, conhecido como bolsa, rompe durante o trabalho de parto, logo após as primeiras contrações da mulher.  Em algumas situações raras, porém, o bebê nasce ainda envolto pela membrana fina, mas resistente.

Embora os fatores que levem a esse tipo de parto ainda sejam desconhecidos, ele não oferece risco, nem para a mãe e nem para a criança. A bolsa protege o bebê, diminuindo as chances de traumas no canal vaginal. Os partos empelicados podem ocorrer em nascimentos naturais ou cesáreas.

Em diversas culturas, nascer dentro do saco amniótico é considerado um sinal de boa sorte para o feto. Uma antiga superstição afirmava que crianças nascidas dessa forma não se afogam.

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