metropoles.com

Lexa é internada em SP com pré-eclâmpsia: entenda o que é a condição

A cantora Lexa foi diagnosticada com pré-eclâmpsia. O quadro, quando não tratado rapidamente, pode causar convulsões e se tornar fatal

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Reprodução
Cantora Lexa grávida
1 de 1 Cantora Lexa grávida - Foto: Reprodução

A cantora Lexa, de 29 anos, foi internada em São Paulo após ser diagnosticada com pré-eclâmpsia. O quadro pode ocorrer em qualquer gestante durante a segunda metade da gravidez ou até seis meses após o parto.

A artista está à espera da primeira filha, Sofia, fruto do relacionamento com o ator Ricardo Vianna. Por causa do quadro e visando garantir a segurança da gestação, Lexa tomou a decisão de cancelar sua participação como rainha de bateria da Unidos da Tijuca no Carnaval 2025.

A escolha foi anunciada em seu perfil oficial, onde a cantora desabafou sobre o momento. “Meu maior sonho era desfilar com a barriga à mostra, mas, agora, minha prioridade é a saúde da Sofia. Quero minha filha em segurança”, declarou.
Lexa é internada em SP com pré-eclâmpsia: entenda o que é a condição - destaque galeria
5 imagens
Lexa anuncia que está grávida: "Meu maior sonho está dentro de mim"
"Gente maldosa", dispara Ricardo Vianna sobre polêmica com Lexa
Lexa revelou ter tido problemas com o álcool
Lexa
Lexa
1 de 5

Lexa

Lexa anuncia que está grávida: "Meu maior sonho está dentro de mim"
2 de 5

Lexa anuncia que está grávida: "Meu maior sonho está dentro de mim"

Reprodução/Instagram
"Gente maldosa", dispara Ricardo Vianna sobre polêmica com Lexa
3 de 5

"Gente maldosa", dispara Ricardo Vianna sobre polêmica com Lexa

Instagram/Reprodução
Lexa revelou ter tido problemas com o álcool
4 de 5

Lexa revelou ter tido problemas com o álcool

Reprodução/Instagram
Lexa
5 de 5

Lexa

Reprodução/Instagram

O que é a pré-eclâmpsia?

De acordo com o manual MSD, a pré-eclâmpsia é uma complicação gestacional caracterizada pelo surgimento de hipertensão arterial após a 20ª semana de gravidez, frequentemente acompanhada de excesso de proteína na urina.

A ginecologista Bárbara Freyre, que atua em Brasília, explica que a condição também está associada a alterações em órgãos vitais. “A paciente apresenta aumento da pressão arterial, alterações nas funções renal e hepática e, em alguns casos, diminuição das plaquetas”, esclarece.

Embora a causa da pré-eclâmpsia seja desconhecida, alguns fatores de risco aumentam a probabilidade de desenvolver o quadro, como hipertensão crônica, diabetes, obesidade, doença renal, gestação múltipla, primeira gravidez, fertilização in vitro, história familiar de pré-eclâmpsia e idade materna avançada.

Sinais e complicações da pré-eclâmpsia

A ginecologista explica que o primeiro sinal da pré-eclâmpsia é a elevação da pressão arterial. “Quando isso ocorre, o médico deve ser informado para solicitar exames laboratoriais. Eles ajudam no diagnóstico ao identificar alterações na função renal e hepática, além da queda de plaquetas”, diz Bárbara.

A especialista alerta que, em casos mais graves, a pré-eclâmpsia pode evoluir para eclâmpsia, caracterizada por convulsões que colocam em risco a vida da mãe e do bebê.

“Antes das convulsões, sinais como dor de cabeça persistente, alterações visuais, dor no abdômen superior direito, náuseas e vômitos podem surgir. Nesses casos, a gestante precisa buscar atendimento imediatamente”, orienta.

Outra complicação grave é a síndrome HELLP, que representa uma deterioração dos órgãos maternos. As condições podem aumentar a mortalidade materno-fetal e demandam tratamento imediato, como o uso de sulfato de magnésio para prevenir agravamentos.

Além disso, a pré-eclâmpsia pode causar restrição de crescimento fetal, descolamento prematuro da placenta e risco de parto prematuro, aumentando as chances de óbito fetal. Para reduzir os riscos, gestantes com fatores predisponentes podem ser tratadas a partir da 12ª semana de gravidez e precisam de acompanhamento rigoroso em um pré-natal de alto risco.

Tratamento

De acordo com o manual MSD, a maioria das mulheres diagnosticadas com pré-eclâmpsia necessita de internação hospitalar. Em casos graves ou de eclâmpsia, a paciente geralmente é encaminhada para uma unidade de cuidados especiais ou terapia intensiva (UTI).

A ginecologista Bárbara explica que o tratamento envolve o monitoramento rigoroso da pressão arterial e o uso de medicamentos específicos.

“Quando os picos de pressão são mais severos, é necessário internar a paciente, administrar medicamentos anti-hipertensivos intravenosos e usar sulfato de magnésio para prevenir convulsões”, afirma a especialista.

Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comSaúde

Você quer ficar por dentro das notícias de saúde mais importantes e receber notificações em tempo real?