Silenciosa e perigosa: exames que ajudam a detectar gordura no fígado
O acúmulo de gordura no fígado atinge milhões de brasileiros de forma silenciosa; saiba quais avaliações médicas podem salvar vidas

O fígado é uma das principais usinas do corpo humano. Ele desempenha mais de quinhentas funções vitais, incluindo a filtragem de toxinas, a digestão de gorduras e o armazenamento de energia.
No entanto, o estilo de vida moderno tem colocado esse órgão em constante perigo. O sedentarismo e o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados acendem um alerta vermelho na medicina. O resultado direto é a esteatose hepática, popularmente conhecida como gordura no fígado — uma condição extremamente perigosa por ser totalmente silenciosa.
Por isso, a prevenção e a detecção precoce são as melhores armas para reverter o problema antes que ocorram danos definitivos.
- Exames de sangue: as enzimas em alerta. Por meio de um hemograma detalhado, o médico avalia o chamado perfil hepático do paciente. Os principais indicadores analisados são as enzimas TGO (Transaminase Glutâmico Oxalacética) e TGP (Transaminase Glutâmico Pirúvica).
- Exames de imagem ajudam a identificar o problema. A ultrassonografia de abdômen total é o exame mais comum, acessível e indolor para iniciar a investigação, enquanto a elastografia hepática é uma opção moderna e altamente precisa.
É importante consultar um médico regularmente para manter os seus exames de rotina em dia, além de adotar hábitos e um estilo de vida consciente.
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