Dira Paes é a embaixadora de campanha sobre hipertensão arterial pulmonar
Campanha HAP: cada respiração Importa, da MSD, visa ampliar o conhecimento a respeito da doença
atualizado
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A atriz Dira Paes é a protagonista da campanha HAP: cada respiração importa, lançada pela MSD, que visa a aumentar a conscientização sobre a hipertensão arterial pulmonar (HAP), uma doença rara, crônica, progressiva e potencialmente fatal. A atriz Dira Paes é quem vai dar voz à iniciativa.
A atriz, além de engajada em causas importantes, interpretou recentemente uma personagem que sofria com as complicações da HAP. Ela usará sua voz e influência para destacar a importância de ampliar a divulgação de informação qualificada, reconhecer os sinais da doença e o diagnóstico adequado.
“Fico muito feliz como atriz e cidadã por dar visibilidade à causa dos pacientes que sofrem de HAP, vislumbrando um futuro melhor com o tratamento adequado”, comenta Dira.
A estreia da atriz na campanha aconteceu em 5 de maio, o Dia Mundial da Hipertensão Arterial Pulmonar.
“A escolha da Dira para ser a voz dessa campanha foi muito natural, após o excelente trabalho dela interpretando uma paciente diagnosticada com HAP. Ela é uma pessoa cativante e que tem o carinho do público, e ficamos felizes em saber que ela está nessa causa com a gente”, avalia Francisco Gaia, diretor da área de medicina geral da MSD Brasil.
Sobre a hipertensão arterial pulmonar
A HAP é uma condição rara, progressiva e potencialmente fatal, caracterizada pelo aumento da pressão nas artérias pulmonares e que afeta de 40 a 55 pessoas a cada milhão de adultos.
Essa doença se caracteriza pelo espessamento e estreitamento dos vasos sanguíneos nos pulmões, provocando uma pressão excessiva sobre o lado direito do coração. Como resultado, os pacientes enfrentam limitações nas atividades físicas, insuficiência cardíaca e redução da expectativa de vida.
A enfermidade afeta significativamente mais as mulheres que os homens, com uma ocorrência 2 a 4 vezes maior entre mulheres, especificamente naquelas em idade fértil. A depressão e o impacto na qualidade de vida são apontados como uns dos principais fardos enfrentados no tratamento da HAP.
