Conheça sete adaptações domésticas para idosos com Parkinson
Saiba como adaptar a casa para quem convive com o Parkinson. Veja dicas de segurança e mobilidade para evitar quedas
atualizado
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Cuidar de quem amamos exige atenção redobrada, especialmente quando surge o diagnóstico de Parkinson. Pequenas mudanças no lar podem transformar a rotina e oferecer muito mais segurança. Adaptar o ambiente é o primeiro passo para evitar acidentes e quedas perigosas.
A doença de Parkinson afeta diretamente o equilíbrio e a coordenação motora fina. Segundo a enfermeira Rosemary Telles, da Cuidare Brasil, o ambiente doméstico deve ser prioridade. “A doença pode comprometer o equilíbrio, a coordenação e a mobilidade”, explica a especialista. Esses fatores aumentam drasticamente o risco de tropeços durante atividades simples do dia a dia.
Organizar o espaço é fundamental para quem convive com o Parkinson e seus tremores. Criar caminhos livres de obstáculos ajuda na orientação espacial do idoso no cotidiano. A criação de “corredores de circulação” bem definidos entre os móveis. Isso ajuda a evitar episódios de bloqueio da marcha durante a caminhada pela casa. Outra técnica valiosa é o uso de referências visuais estratégicas no chão do imóvel.
Mantenha utensílios e roupas sempre entre a altura da cintura e dos ombros.
- Lembretes sonoros: use alarmes para horários de remédios e hidratação.
- Contrastes de cores: destaque degraus e bordas de móveis com cores fortes.
- Barras de apoio: instale suportes laterais próximos à cama para facilitar o levantar.
- Iluminação de todos os cômodos: garanta que os ambientes sejam claros e sem sombras.
- Remoção de tapetes soltos: remova-os para evitar que o idoso escorregue ou tropece.
- Sapatos com solado antiderrapante: adote esses modelos, que são os mais indicados para o uso dentro de casa.
- Manter a organização: evite que objetos espalhados pelo chão causem incidentes graves de percurso.
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