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O que acontece com o corpo de quem para de fumar, segundo médicos

Médicos explicam como abandonar o tabagismo impacta a saúde positivamente e dão dicas para quem deseja parar de fumar

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Foto colorida de mulher de suéter quebrando cigarro ao meio - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida de mulher de suéter quebrando cigarro ao meio - Metrópoles - Foto: Sezeryadigar/ Getty Images

O tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas todos os anos no mundo, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). O caminho para parar de fumar requer determinação e coragem para enfrentar momentos críticos que fazem parte do processo.

“Haverá a síndrome de abstinência, que inclui a fissura (vontade intensa de fumar), dor de cabeça, irritabilidade, tontura, alteração do sono, tosse, indisposição gástrica e outros sintomas que podem variar de pessoa para pessoa. Em média, quando se manifestam, os sintomas duram de uma a duas semanas”, afirma o pneumologista Ronaldo Macedo.

O médico do Vera Cruz Hospital, em Campinas (SP), elenca 12 motivos benéficos para abandonar o tabagismo. Confira:

12 razões para abandonar o tabagismo

1 – Vinte minutos após parar de fumar, a frequência cardíaca cai, ou seja, a pressão arterial e a frequência do pulso voltam ao normal;

2 – Após duas horas, não há mais nicotina circulando no sangue;

3 – Depois de oito horas, os níveis de monóxido de carbono presentes no sangue atingem os valores normais e o nível de oxigênio aumenta;

4 – Em 24 horas, os pulmões passam a funcionar melhor e os brônquios já começam a limpar os resíduos deixados pelo tabaco;

5 – Após 48 horas, o olfato já pode sentir melhor os cheiros e o paladar degustar melhor os alimentos;

6 – Entre duas e 12 semanas a pele fica menos oleosa, melhora a circulação sanguínea e a capacidade pulmonar pode aumentar em até 30%;

7 – Entre um e nove meses, a tosse, a falta de ar e a respiração ofegante diminuem;

8 – Depois de um ano, o risco de doenças cardíacas, como o infarto, por exemplo, caem pela metade;

9 – Em cinco anos, os riscos de um acidente vascular cerebral (AVC), infarto do miocárdio e morte por ataque cardíaco se aproximam ao de uma pessoa que nunca fumou;

10 – Dez anos depois, o risco de sofrer um infarto é semelhante ao de uma pessoa que nunca fumou;

11 – Entre 10 e 15 anos, a expectativa de vida se iguala a de um não fumante;

12 – Após 15 anos, o risco de desenvolver câncer de pulmão se iguala ao dos não fumantes.

Leia a reportagem completa no portal Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.

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