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Saúde

Após fim das bets, MS diz que buscará apostadores para oferecer tratamento

Apesar da intenção da pasta, ainda não há detalhes sobre de que forma será realizado o fluxo de atendimentos nem quando ele será feito

26/09/2026 14:58, atualizado 26/09/2026 15:33
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Imagem preto e branco de pessoa com carteira vazia - Metrópoles

O Ministério da Saúde (MS) pretende aumentar os esforços para identificar apostadores compulsivos, a fim de ampliar o acompanhamento e os tratamentos nos casos em que houver necessidade. A intenção foi confirmada durante uma coletiva nesta sexta-feira (25/9), na qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou uma medida provisória (MP) para proibir apostas on-line no Brasil – popularmente chamadas de bets.

Apesar da declaração do MS, ainda não há detalhes sobre de que forma será realizado o fluxo de atendimentos nem quando ele será feito.

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Por outro lado, o ministro da pasta, Alexandre Padilha, disse que indivíduos que tiveram dificuldades com as mudanças nas regras das apostas e familiares de apostadores podem utilizar a rede do programa Meu SUS Digital e de teleatendimentos a fim de obter atendimento em saúde mental.

“Estamos falando de algo que vai muito além de uma atividade econômica: entra nas casas das pessoas, nas escolas e nos celulares, e afeta não apenas quem desenvolve um comportamento compulsivo, mas também os familiares que estão ao seu redor”, afirmou o ministro.

Padilha também afirmou que, desde dezembro do ano passado, dados compartilhados pelos ministérios da Fazenda e da Segurança Pública, além da Receita Federal, são utilizados para políticas de busca ativa por apostadores com comportamento de jogo problemático.

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Fim das bets no Brasil

Com a ação de Lula, a MP já está em vigor e, momentaneamente, as plataformas de apostas on-line estão proibidas de funcionar em território nacional. Por outro lado, o Congresso Nacional terá que aprovar ou rejeitar a medida em até 120 dias. Caso não seja votada, a determinação perderá a validade.