Veja o que a PF achou em operação que afastou prefeito de São Bernardo
Marcelo Lima, afastado da Prefeitura, usará tornozeleira eletrônica. Operação da PF investiga suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro

Uma apreensão de R$ 14 milhões em espécie, incluindo notas de reais e de dólares, na casa de um servidor público, em julho de 2025, deu início à investigação da Polícia Federal (PF) que resultou no afastamento do prefeito de São Bernardo do Campo, Marcelo Lima (Podemos), na manhã desta quinta-feira (14/8). Além de deixar o cargo, Lima será monitorado por tornozeleira eletrônica.
As investigações levaram a um esquema de corrupção envolvendo secretarias de Obras e de Saúde do município do ABC paulista.
A Operação Estafeta, da PF, cumpriu dois mandados de prisão preventiva além de 20 mandados de busca e apreensão e medidas de afastamento de sigilos bancário e fiscal, nas cidades de São Paulo, São Bernardo do Campo, Santo André, Mauá e Diadema, todas no estado de São Paulo.
Foram encontrados pelos agentes pilhas de dinheiro em espécie, relógios de luxo e até uma arma. Veja fotos das apreensões:
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPEntre os locais onde foram cumpridos os mandados, estão as casas de sócios de uma empresa de terraplanagem, de uma empresa de medicamentos, de uma empresa de importação e exportação e a residência de um servidor municipal.

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Ver todasOs investigados responderão, na medida de suas condutas, pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção passiva e corrupção ativa.
Em nota ao Metrópoles, a Prefeitura de São Bernardo do Campo disse que vai colaborar com as informações necessárias em relação ao caso. “A gestão municipal é a principal interessada para que tudo seja devidamente apurado. Reforçamos que o episódio não afeta os serviços na cidade”, diz o texto.
A reportagem também tenta contato com as defesas dos demais citados nas investigações da PF. O espaço segue aberto para atualizações.



















