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São Paulo

Veja momento da prisão de tenente-coronel acusado de matar a esposa PM. Vídeo

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi preso nesta quarta-feira (18/3), acusado de matar a esposa, Gisele Santana Alves

, 18/03/2026 09:34, atualizado 18/03/2026 13:30
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Fabio Vieira/Especial Metrópoles
Veja momento da prisão de tenente-coronel acusado de matar a esposa PM

Um vídeo mostra o momento em que o tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, é preso na manhã desta quarta-feira (18/3), em um condomínio residencial de São José dos Campos, no interior de São Paulo. Ele é acusado de matar a própria esposa, a policial militar Gisele Alves Santana.

Nas imagens, é possível ver o momento em que o tenente-coronel deixa o condomínio sem algema e acompanhado por dois agentes. Ele entra em uma viatura policial e deixa o local. O coronel carrega uma garrafa de água e está vestido com uma blusa preta e calça jeans.

O inquérito policial militar aberto para investigar o caso apura possível prática de feminicídio e fraude processual por parte do coronel Neto. O caso foi tratado inicialmente como suicídio. A prisão preventiva do tenente-coronel foi decretada pela Justiça Militar de São Paulo após um pedido da Polícia Civil.

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Veja momento da prisão de tenente-coronel acusado de matar a esposa PM - imagem 2
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WhatsApp de policial morta foi vizualizado quando ela já estava baleada
Gisele foi socorrida e morreu no Hospital das Clínicas
No mesmo dia em que ela morreu, caso passou a ser investigado como morte suspeita
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WhatsApp de policial morta foi vizualizado quando ela já estava baleada
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WhatsApp de policial morta foi vizualizado quando ela já estava baleada

Arquivo Pessoal
Gisele foi socorrida e morreu no Hospital das Clínicas
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Gisele foi socorrida e morreu no Hospital das Clínicas

Arquivo Pessoal
No mesmo dia em que ela morreu, caso passou a ser investigado como morte suspeita
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No mesmo dia em que ela morreu, caso passou a ser investigado como morte suspeita

Arquivo Pessoal
Coronel afirma desde o dia da morte da esposa que ela teria se matado
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Coronel afirma desde o dia da morte da esposa que ela teria se matado

Arquivo Pessoal
Soldado foi ferida com a arma do marido
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Soldado foi ferida com a arma do marido

Arquivo Pessoal
PM Gisele: novos depoimentos podem levar à expulsão de tenente-coronel
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PM Gisele: novos depoimentos podem levar à expulsão de tenente-coronel

Arquivo Pessoal
Soldado era casada com tenente-coronel, que estava no apartamento no momento do tiro
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Soldado era casada com tenente-coronel, que estava no apartamento no momento do tiro

Arquivo Pessoal
A soldado Gisele deixou uma filha de 7 anos, fruto de outro relacionamento
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A soldado Gisele deixou uma filha de 7 anos, fruto de outro relacionamento

Arquivo Pessoal
Gisele foi encontrada morta em fevereiro
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Gisele foi encontrada morta em fevereiro

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Arte/Metrópoles
Gisele Alves Santana tinha 32 anos
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Gisele Alves Santana tinha 32 anos

Instagram/Reprodução
Soldado da Polícia Militar, Gisele Alves Santana foi encontrada morta
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Soldado da Polícia Militar, Gisele Alves Santana foi encontrada morta

Instagram/Reprodução
Caso foi tratado inicialmente como suicídio e, depois, alterado para morte suspeita
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Caso foi tratado inicialmente como suicídio e, depois, alterado para morte suspeita

Instagram/Reprodução

A prisão foi decretada após o avanço das investigações do 8º Distrito Policial do Brás, que analisou laudos periciais, depoimentos de testemunhas e registros das primeiras horas após o disparo que atingiu a cabeça da PM.

Gisele, de 32 anos, foi encontrada morta dentro do apartamento onde residia com o marido, no Brás, centro da capital, em 18 de fevereiro. Os investigadores apontam que a dinâmica do caso não é compatível com a versão inicial dada pelo tenente-coronel.


Morte de PM levou à prisão de tenente-coronel


O advogado Eugênio Malavasi, que defende o tenente-coronel, questiona o mandado de prisão expedido pela Justiça Militar, já que, “se houve a imputação de feminicídio e fraude processual, foi no âmbito privado, e não no âmbito da justiça militar”.

“Entendo que a Justiça Militar não é competente para o decreto preventivo”, argumentou Malavasi.

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