Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
São Paulo

Vai ter greve no metrô de SP? Funcionários decidem nesta terça

Assembleia dos metroviários ocorre nesta terça-feira (12/5) e abre votação para decidir se haverá greve na quarta-feira (13/5)

12/05/2026 13:44, atualizado 12/05/2026 14:20
Compartilhar notícia
Reprodução/Flickr
entenda impasse metrô greve sp

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo vai realizar uma assembleia nesta terça-feira (12/5), na sede do sindicato, para decidir se haverá ou não greve no metrô de São Paulo. A votação será transmitida por meio dos canais oficiais dos Metroviários, como Facebook, Instagram e Youtube.

A entidade sindical ainda lançou um desafio ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), alegando que, caso ele libere todas as catracas para funcionamento gratuito, a categoria vai trabalhar e o metrô continuará com seu funcionamento normal.


Quais são as linhas que podem parar?

Caso aprovada, a greve terá início à meia-noite de quarta-feira (13/5). As linhas que ficarão interditadas são aquelas administradas pelo governo de São Paulo. Confira:

  • Linha 1-Azul
  • Linha 2-Verde
  • Linha 3-Vermelha
  • Linha 15-Prata

O que pedem os metroviários

Entre as principais reinvindicações apresentadas, estão realização de concursos públicos, melhores condições de trabalho e mudanças relacionadas ao plano de saúde dos funcionários. Segundo o sindicato, o quadro de empregados do Metrô foi reduzido significativamente nos últimos anos, e a falta de novas contratações aumenta a sobrecarga de funções. Em artigo no site oficial, os metroviários alegam que o governo não abre concurso público para essa categoria há 10 anos.

Receba no seu email as notícias de Metrópoles SP

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Além disso, eles cobram igualdade salarial entre funcionários que exercem as mesmas funções e pedem a abertura de negociações sobre a Participação nos Resultados (PR). A categoria tentou negociar os pontos com a direção do Metrô e com o governo estadual, mas afirma que ainda não houve avanço nas discussões.