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São Paulo

"Todo apoio ao Datena", afirma vice do tucano após cadeirada em Marçal

Vice de Datena, ex-senador José Aníbal diz que candidato tucano merece "todo apoio" e que é "insuportável" aguentar ataques de Pablo Marçal

16/09/2024 16:03
William Cardoso/Metrópoles
Imagem mostra pessoas reunidas na calçada, entre elas José Luiz Datena e José Aníbal - Metrópoles

São Paulo — O vice na chapa de José Luiz Datena (PSDB) à Prefeitura de São Paulo, José Aníbal, afirmou nesta segunda-feira (16/9) que o candidato merece todo apoio, após a cadeirada em Pablo Marçal (PRTB) durante o debate da TV Cultura, nesse domingo (15/9).

“Todo apoio ao Datena”, diz Aníbal. “É insuportável você aguentar os ataques sórdidos desse vigarista que é o Marçal”, afirmou. Além do vice, Datena conta também com o apoio de fiadores de sua campanha, como o deputado federal Aécio Neves.

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O vice afirma que ainda não é possível estimar o impacto da cadeirada nas próximas pesquisas eleitorais. “Não sei ainda, não posso avaliar. O eleitor está vivendo um processo eleitoral… Todo processo eleitoral é diferente, mas esse é diferente e esquisito. Estranho, né? Tem um candidato com 60% do tempo de televisão. Isso só aconteceu com doutor Ulisses [Guimarães] em eleição para presidente. E, assim mesmo, doutor Ulisses teve dificuldades”, diz Aníbal, citando o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB).

O vice afirma que Datena é um candidato diferente, “extremamente popular”, e que está buscando reconhecimento por parte do eleitor de que tem propostas bem objetivas em relação a temas como escolas, distribuição de remédios, segurança e transportes. “Mas, agora que ele começou a falar de programa, estão querendo falar de comportamento”, disse.

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Próximos debates

Aníbal afirmou que Datena já se mostrou favorável ao debate por diversas vezes, mas “desde que seja democrático e para confrontar posições e questões objetivas”.

“Agora, se não for, para que servem esses debates? É para esse cara [Marçal] fazer gravação e difamar os outros. Vamos aos debates, mas se esse cara começar a falar o que fala sempre, eu não sei qual atitude vai prevalecer. Tem gente que acha que tem que levantar e sair”, disse.